*Por Martha Marques Nogueira
Sazonalidade e estratégias de vale-refeição caminham juntas como as estações do ano. Assim como o clima muda, os hábitos alimentares também se transformam: no calor, pratos leves e refrescantes ganham espaço; no frio, comidas mais quentinhas e reconfortantes tomam conta da mesa; em datas comemorativas, a tradição dita o cardápio.
Para o RH, entender esses movimentos é mais do que observar preferências. É garantir que o benefício faça sentido em cada época, acompanhando a rotina real das pessoas colaboradoras. Afinal, o vale-refeição é um recurso vivo, que precisa estar em sintonia com o dia a dia para gerar satisfação e engajamento.
Então, bora mergulhar nesse assunto e entender como pequenas adaptações podem gerar grandes resultados para sua empresa.
Quando falamos em sazonalidade e estratégias de vale-refeição, estamos falando de algo simples e, ao mesmo tempo, poderoso: a forma como o clima, as tradições e até o calendário de datas comemorativas influenciam o jeito que as pessoas se alimentam.
No verão, por exemplo, quem nunca trocou a refeição pesada por pratos leves e bebidas refrescantes? Já no inverno, acontece o oposto: cresce a busca por sopas, massas e comidas mais encorpadas. Além disso, durante as festas de fim de ano, o vale-refeição costuma ser usado em confraternizações e encontros em restaurantes.
E por que tudo isso importa para o RH? Porque compreender a sazonalidade e estratégias de vale-refeição ajuda a empresa a garantir que o benefício faça sentido em todas as épocas. Como resultado, aumenta a satisfação da equipe, reduz desperdícios e fortalece o vínculo entre colaborador e organização.
Portanto, antes de manter um valor fixo ou pensar que o uso do benefício é estático, vale refletir: será que o time utiliza o vale-refeição da mesma forma em janeiro e em junho? Reconhecer que a resposta é “não” já é o primeiro passo para uma gestão mais estratégica.
Se a sazonalidade e estratégias no vale-refeição mostra como os hábitos mudam conforme o tempo, então o próximo passo é claro: pensar em estratégias para acompanhar essas mudanças. Afinal, o que funciona em janeiro pode não fazer tanto sentido em julho.
No calor, cresce a procura por refeições leves, delivery de saladas e bebidas refrescantes. Como resultado, o RH pode incentivar escolhas saudáveis, reforçando a importância de usar o vale-refeição em estabelecimentos que ofereçam esse tipo de cardápio.
Quando as temperaturas caem, a história muda: aumentam os gastos com pratos mais encorpados, como massas, sopas e carnes. Por isso, pode ser interessante acompanhar se o valor do benefício cobre esse consumo maior em algumas regiões.
E quem nunca usou o vale-refeição em confraternizações de dezembro? Nesse período, restaurantes e buffets ficam em alta. Para o RH, é a chance de reforçar o benefício como parte da valorização da equipe.
Carnaval, Páscoa, Festa Junina… cada data traz pratos típicos que movimentam o uso do vale-refeição. Portanto, alinhar a comunicação do benefício com essas tradições aproxima ainda mais a empresa da cultura local.
No fim, a lógica é simples: quando o RH ajusta a sazonalidade e estratégias no vale-refeição, garante que o benefício continue sendo útil, valorizado e conectado à vida real das pessoas colaboradoras.
Se a sazonalidade e estratégias no vale-refeição já muda conforme as estações, imagine quando olhamos para um país tão diverso quanto o Brasil. Os hábitos alimentares variam de norte a sul, e isso impacta diretamente como o benefício é usado no dia a dia.
Saiba mais! Cultura alimentar brasileira e benefícios corporativos: entenda a relação
No Norte, por exemplo, o consumo de peixe e frutas típicas faz com que mercados e feiras sejam pontos de uso muito valorizados. Já no Nordeste, pratos como carne de sol, baião de dois e iguarias à base de mandioca colocam os restaurantes regionais no centro do gasto.
No Centro-Oeste, a cultura da carne bovina e receitas como o arroz com pequi mostram outra faceta da sazonalidade no vale-refeição: a valorização da comida caseira com sabor típico. No Sudeste, a variedade impressiona. Influências de imigrações italiana, japonesa e árabe se refletem tanto no prato do restaurante quanto no delivery da esquina.
E no Sul? Aqui o churrasco é mais do que uma refeição, é um evento coletivo. Isso faz com que o benefício seja direcionado a churrascarias e restaurantes de comida farta.
Em outras palavras, entender as diferenças regionais na sazonalidade do vale-refeição é essencial para que o RH consiga alinhar o benefício às preferências reais de cada equipe. Afinal, será que o que funciona em São Paulo faz sentido em Recife ou em Manaus?
Se a sazonalidade no vale-refeição influencia o jeito como as pessoas se alimentam, quem garante que o benefício acompanhe essas mudanças? O RH. É ele que tem a missão de observar, ajustar e comunicar de forma clara como o vale-refeição pode ser ainda mais útil em cada época do ano.
Mas, por onde começar? Um bom caminho é monitorar os padrões de consumo. Será que o time está gastando mais no inverno do que no verão? Ou será que nas festas de fim de ano o uso se concentra em restaurantes específicos? Essas respostas ajudam a entender como o benefício se adapta na prática.
Além disso, vale a pena fazer pesquisas internas. Em outras palavras: perguntar diretamente para a equipe quais são suas preferências em cada período. Isso evita desperdício e mostra que a empresa está realmente atenta às necessidades das pessoas colaboradoras.
Outro ponto importante é a comunicação. De que adianta ajustar valores ou indicar estabelecimentos se o time não entende as opções que tem? Informar, orientar e dar dicas de uso ao longo do ano faz toda a diferença.
Portanto, o papel do RH na gestão da sazonalidade do vale-refeição vai muito além de números. Ele passa por acompanhar, escutar e apoiar, garantindo que o benefício continue sendo percebido como algo que facilita — e não que engessa — o dia a dia da equipe.
Falar de sazonalidade no vale-refeição é importante, mas nada como olhar para os números para entender o impacto real. E os dados confirmam: o jeito que os brasileiros se alimentam fora de casa muda conforme a época do ano.
Segundo a Abrasel, em meses mais frios, o ticket médio dos restaurantes pode subir até 20%, já que os pedidos costumam ser de pratos mais encorpados. No verão, por outro lado, o gasto se mantém estável, mas cresce a participação de deliverys de refeições rápidas, saladas e bebidas.
E tem mais: levantamentos da ABIA indicam que o setor de alimentação fora de casa movimenta mais de R$ 200 bilhões por ano. Nesse cenário, será que manter o benefício estático faz sentido? Ou é mais inteligente acompanhar as curvas de consumo para garantir que ele continue fazendo diferença no dia a dia da equipe?
Em resumo, os números reforçam o que já percebemos na prática: considerar a sazonalidade no vale-refeição é um passo estratégico para alinhar custo, satisfação e engajamento.
Se a sazonalidade no vale-refeição pede flexibilidade, quais opções garantem que o benefício continue relevante em qualquer época do ano? O Ticket Restaurante e os multibenefícios da Ticket são respostas práticas para essa necessidade.
O Ticket Restaurante está presente em milhões de estabelecimentos credenciados e acompanha o dia a dia dos colaboradores em todas as estações. Seja para uma salada refrescante no verão ou para uma refeição mais reforçada no inverno, ele oferece liberdade de escolha sem perder o foco no bem-estar.
Já o multibenefícios da Ticket amplia essa experiência. Eles permitem que o colaborador ajuste a forma de usar o saldo de acordo com suas prioridades — alimentação, transporte, bem-estar ou educação, por exemplo. Isso significa que cada pessoa pode equilibrar o uso mês a mês, de acordo com seu momento de vida e até com a sazonalidade do consumo.
E tem mais: tudo é estruturado em conformidade com o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), garantindo que os créditos destinados a alimentação sejam utilizados corretamente, ao mesmo tempo em que a empresa pode oferecer outras categorias complementares dentro do mesmo cartão.
Em outras palavras, é a empresa saindo de um modelo engessado e oferecendo uma solução que se ajusta às necessidades reais da equipe. Afinal, será que não é esse tipo de benefício, conectado ao dia a dia e às mudanças do calendário, que faz o colaborador se sentir valorizado de verdade?
A sazonalidade e estratégias no vale-refeição é a variação nos hábitos de consumo ao longo do ano, influenciada pelo clima, pelas tradições culturais e pelas datas comemorativas. No verão, cresce a busca por refeições leves e deliverys rápidos; já no inverno, aumentam os gastos com pratos mais encorpados.
Sim. Afinal, se o custo da alimentação fora de casa muda conforme a sazonalidade, faz sentido que o benefício acompanhe esse movimento. Dessa forma, a empresa garante que o colaborador consiga manter o mesmo padrão de consumo em qualquer época.
Uma boa prática é acompanhar os relatórios de uso e, além disso, ouvir diretamente a equipe por meio de pesquisas rápidas. Perguntar nunca sai de moda: será que o time sente diferença no valor necessário no verão e no inverno? As respostas ajudam a ajustar o benefício de forma precisa.
Sim, e esse é um ponto-chave. O consumo no Sul, marcado por churrascos coletivos, é bem diferente do Norte, onde o peixe e as frutas típicas dominam. Portanto, considerar as características regionais é essencial para que o benefício seja percebido como justo e conectado à realidade de cada colaborador.
A sazonalidade no vale-refeição mostra que a alimentação não é estática — ela acompanha o clima, as tradições e até os movimentos da economia local. Quando o RH considera esses fatores, o benefício deixa de ser apenas um valor no cartão e passa a ser parte da experiência de cuidado com a equipe.
Por isso, ajustar o vale-refeição de acordo com cada época do ano não é um detalhe, mas uma forma de garantir que o colaborador se sinta valorizado e apoiado no dia a dia. Além disso, ao reconhecer as diferenças regionais, a empresa demonstra sensibilidade e proximidade com realidades diversas.
E quando o assunto é flexibilidade, soluções como o Ticket Restaurante e os multibenefícios da Ticket fazem toda a diferença. Eles permitem que cada pessoa use o benefício do jeito que faz sentido para sua rotina, em qualquer estação ou ocasião.
Em resumo: alinhar o vale-refeição à sazonalidade é uma escolha inteligente, que gera mais engajamento, reforça o bem-estar e fortalece a imagem da empresa como um lugar onde as pessoas realmente importam.
A Ticket faz parte do grupo Edenred e há mais de 45 anos ajuda empresas e pessoas a viverem melhor o dia a dia. Somos pioneiros em benefícios no Brasil. Oferecemos soluções como Ticket Alimentação, Ticket Restaurante e o novo Cartão Multibenefícios Ticket, que integra benefícios de mobilidade, cultura, bem-estar e educação em uma única experiência. Hoje estamos presentes em mais de 720 mil estabelecimentos em todo o país, aproximando empresas, pessoas e possibilidades.
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*Martha Marques Nogueira é jornalista e criadora de conteúdo há 20 anos. Para a Ticket, escreve sobre benefícios corporativos e o complexo e apaixonante mundo das relações de trabalho.
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