*Por Martha Marques Nogueira
Quando o assunto é fornecedores de benefícios corporativos no Brasil, a dúvida é quase sempre a mesma: como escolher entre tantas opções disponíveis no mercado? Afinal, será que todos entregam de fato o que prometem? E como garantir que o pacote faça sentido para o dia a dia dos colaboradores sem estourar o orçamento da empresa?
O que a gente sabe é que oferecer benefícios já não é diferencial, e sim requisito para retenção de talentos. O que muda o jogo, na verdade, é a forma como eles são estruturados, dando opção e, acima de tudo, poder de escolha para cada pessoa. É nesse ponto que entra a importância de olhar para os fornecedores com lupa: entender quem realmente entrega inovação, tecnologia, além de valor para a equipe.
Continue a leitura e descubra como transformar benefícios em vantagem competitiva com a escolha certa de fornecedor.
Quando o assunto é fornecedores de benefícios corporativos no Brasil, fica claro que o mercado mudou rápido. Afinal, hoje os colaboradores esperam muito das empresas. Assim, será que pacotes engessados ainda dão conta de atender perfis tão diferentes?
Um fornecedor moderno precisa ir além do básico. Ele deve entregar rede de aceitação ampla, tecnologia fácil de usar e suporte próximo para o RH. Além disso, precisa oferecer soluções que acompanhem as transformações do trabalho: gestão digital, personalização e rapidez na implementação. O que você e sua empresa devem se perguntar é: qual fornecedor consegue simplificar a vida do RH e, ao mesmo tempo, dar mais valor para os colaboradores?
Aqui está o ponto central: os colaboradores querem opção. Não existe mais espaço para benefícios padronizados. É por isso que os multibenefícios ganham espaço, permitindo concentrar categorias em um único cartão ou plataforma. E, para completar, a digitalização deixou de ser diferencial — apps, integrações com folha e pagamentos por aproximação já viraram obrigação. Então, será que dá para competir por talentos sem dar esse poder de escolha?
Quando pensamos em fornecedores de benefícios corporativos no Brasil, olhar só para preços ou lista de serviços não é suficiente. O RH precisa entender o que o mercado está fazendo, quais tendências estão crescendo e como os colaboradores enxergam esses pacotes. Afinal, será que sua empresa está alinhada com a realidade ou ficando para trás?
Ao longo de 2025, a maioria das empresas brasileiras concretizou os planos de aumentar o orçamento destinado a benefícios corporativos. Para se ter ideia, segundo levantamento da Robert Half, 62,87% das empresas efetivaram incrementos no investimento, com foco, sobretudo, em ampliar a oferta e a qualidade dos benefícios para reter talentos, além de aumentar a competitividade no mercado.
A adoção de benefícios corporativos cresceu significativamente, com 63% das empresas ampliando os investimentos e introduzindo novas opções personalizáveis, conforme apurado pela Você RH. A previdência privada corporativa, por exemplo, passou a ser oferecida por 53% das organizações em 2025, consolidando-se como um benefício estratégico para segurança financeira dos colaboradores e vantagem fiscal para as empresas.
Dados de 2025 também mostram que 76% dos profissionais desejam mudanças nos pacotes de benefícios e 84% buscam personalizar suas escolhas, embora apenas 21% disponham dessa flexibilidade atualmente, segundo Robert Half. As empresas que avançaram em oferecer opções customizáveis ganharam vantagem competitiva ao atender melhor às demandas individuais e promover maior engajamento.
A diferença entre benefícios oferecidos e aqueles mais valorizados persiste, reforçando a necessidade de escuta ativa por parte dos fornecedores para adaptação às reais necessidades do mercado. A tendência para 2025 é que a liberdade de escolha, a inclusão e a saúde mental estejam no centro das soluções corporativas, refletindo no aumento da satisfação e retenção dos colaboradores.
Esses dados evidenciam que os investimentos planejados não só foram realizados, como também estão alinhados às transformações no mercado de trabalho, tornando os benefícios corporativos ferramenta essencial na estratégia das empresas.
Com tantos fornecedores de benefícios corporativos no Brasil, como saber qual realmente faz sentido para a sua empresa? O preço é importante, claro, mas será que ele é suficiente para garantir engajamento e satisfação? Na prática, escolher o parceiro certo exige olhar para pontos que vão muito além da tabela de custos.
O primeiro critério é básico: o fornecedor oferece soluções que cobrem alimentação, transporte, saúde, cultura e bem-estar? Isso é importante para garantrir que os benefícios acompanhem as necessidades reais do dia a dia.
Esse é o ponto que mais cresce em relevância. Hoje, os colaboradores querem poder de escolha: usar os benefícios de acordo com sua rotina, prioridades e até fases da vida. Se o fornecedor não garante essa autonomia, a empresa pode acabar investindo em algo que não gera engajamento.
Outro critério essencial: a solução funciona bem com os sistemas da empresa? APIs, integração com folha de pagamento, app intuitivo… tudo isso reduz burocracia e economiza tempo do RH. E convenhamos, ninguém merece perder horas resolvendo problemas de integração que poderiam ser evitados.
Será que o fornecedor trata todas as empresas como iguais ou entende as particularidades de cada negócio? Um bom parceiro oferece atendimento próximo, customização de pacotes e suporte que realmente resolve. Isso faz diferença no dia a dia do RH.
Por fim: a empresa tem capacidade de crescer junto com você? Um fornecedor precisa garantir compliance, segurança de dados e processos escaláveis. Sem isso, qualquer ganho pode virar dor de cabeça lá na frente.
Na hora de escolher entre os fornecedores de benefícios corporativos no Brasil, uma das decisões mais comuns é: apostar em um único parceiro ou dividir entre vários fornecedores? Entender os prós e contras de cada modelo ajuda o RH a tomar decisões mais estratégicas.
Centralizar em um único parceiro pode simplificar muito a gestão. Menos contratos, menos relatórios e mais agilidade para o RH. Além disso, o colaborador tem uma experiência mais fluida, sem precisar lidar com diferentes plataformas.
Dividir entre diferentes parceiros, via de regra, leva o RH a pagar o preço da complexidade: mais pontos de contato, mais relatórios para acompanhar e maior risco de falhas de integração. Vale perguntar: será que essa burocracia compensa?
E se a sua empresa decidir sair de múltiplos fornecedores para apenas um? A transição precisa ser bem planejada. Isso inclui mapeamento de contratos, treinamento dos times e comunicação clara com os colaboradores. Uma troca mal conduzida pode gerar insatisfação e até queda de adesão ao benefício. Por isso, contar o fornecedor certo, que tenha histórico de migrações bem-sucedidas é sempre um diferencial.
Escolher entre os fornecedores de benefícios corporativos no Brasil é só o começo. O desafio maior é implementar a solução da forma certa, garantindo que o RH ganhe eficiência e que os colaboradores realmente usem os benefícios. Mas como organizar esse processo sem deixar nada escapar?
O primeiro passo é mapear o que a empresa precisa de verdade. Quais categorias são indispensáveis? Alimentação, transporte, saúde, cultura? Quais sistemas precisam ser integrados? E, acima de tudo, quanto de poder de escolha será dado ao colaborador? Esse checklist inicial orienta todo o processo.
Depois vem a escolha. É aqui que entram etapas como RFP (pedido formal de proposta), rodadas de negociação, testes piloto e homologação final. Pular alguma dessas fases pode gerar dores lá na frente. E vale a pergunta: será que a pressa de contratar não pode sair mais cara que um processo bem estruturado?
Contratou? Então é hora de medir. Taxa de adesão, índice de satisfação dos colaboradores e ROI no curto prazo são métricas que mostram se o fornecedor realmente está entregando valor. E se os números não aparecerem, pode ser o sinal de que ajustes são necessários, ou até de que outro parceiro atenderia melhor.
Mesmo com tantos fornecedores de benefícios corporativos no Brasil, ainda é comum ver empresas tropeçando em erros básicos. O resultado? Baixa adesão dos colaboradores, desperdício de recursos e a sensação de que os benefícios não entregam valor. Mas será que isso não poderia ser evitado com mais atenção aos detalhes?
Um dos equívocos mais comuns é oferecer pacotes iguais para todos, sem considerar perfis diferentes dentro da empresa. Quem está começando carreira pode ter prioridades distintas de quem já ocupa cargos de liderança. Sem essa leitura, o risco é investir em algo que não gera engajamento.
Outro erro clássico: benefícios que parecem bons no papel, mas não fazem sentido no dia a dia. Se os colaboradores não usam, o benefício perde propósito. Vale sempre a pergunta: será que o fornecedor está ajudando o RH a acompanhar os índices de utilização e ajustar quando necessário?
Digitalização é ótima, mas e se o app falhar? Se não houver suporte rápido, o benefício vira dor de cabeça. Bons fornecedores garantem estabilidade tecnológica e canais de atendimento eficientes.
Por fim, outro erro frequente é não acompanhar métricas. Taxa de adesão, feedback dos colaboradores e ROI precisam ser monitorados de perto. Sem dados, a gestão de benefícios vira chute. E convenhamos: em um mercado tão competitivo, dá para confiar no improviso?
São empresas que oferecem soluções como alimentação, transporte, saúde, cultura e até multibenefícios, ajudando organizações a estruturar pacotes que aumentam a satisfação e a retenção dos colaboradores.
O segredo é avaliar cobertura de categorias, integração tecnológica, atendimento, segurança e, principalmente, se o parceiro dá poder de escolha aos colaboradores. Esses critérios reduzem riscos e aumentam o engajamento.
Sim, desde que sua empresa escolha o parceiro ideal. Afinal, o modelo centralizado facilita a gestão. Dividir entre diferentes fornecedores aumenta muito a complexidade operacional.
Algumas métricas-chave são: taxa de adesão, índice de satisfação dos colaboradores, ROI e uso real dos benefícios. Esses dados mostram se o fornecedor está entregando valor de verdade.
Porque a Ticket reúne tradição, inovação digital e soluções que dão mais autonomia para os colaboradores usarem seus benefícios no dia a dia. É a combinação certa entre eficiência para o RH e praticidade para os times.
Depois de conhecer os principais critérios, comparativos e até os erros mais comuns na hora de escolher entre os fornecedores de benefícios corporativos no Brasil, fica claro que a decisão vai muito além de preço. A escolha certa impacta diretamente na motivação, na retenção e até na marca empregadora da sua empresa.
E a pergunta que fica, portanto, é: será que o seu fornecedor atual está entregando tudo isso? Se a resposta for “não sei” ou “talvez”, já é um sinal de que está na hora de repensar.
A boa notícia é que você não precisa fazer isso sozinho. Afinal, a Ticket é parceira de empresas de todos os portes, com soluções completas, digitais e que, além disso, dão mais poder de escolha aos colaboradores.
A Ticket faz parte do grupo Edenred e há mais de 45 anos ajuda empresas e pessoas a viverem melhor o dia a dia. Somos pioneiros em benefícios no Brasil. Oferecemos soluções como Ticket Alimentação, Ticket Restaurante e o novo Cartão Multibenefícios Ticket, que integra benefícios de mobilidade, cultura, bem-estar e educação em uma única experiência. Hoje estamos presentes em mais de 720 mil estabelecimentos em todo o país, aproximando empresas, pessoas e possibilidades.
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*Martha Marques Nogueira é jornalista e criadora de conteúdo há 20 anos. Para a Ticket, escreve sobre benefícios corporativos e o complexo e apaixonante mundo das relações de trabalho.
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