Homem apoia a cabeça com as mãos em sinal de estresse no trabalho
12 de June de 2025

Coluna do Basaglia – Estresse no trabalho: causas, sintomas e como prevenir

O estresse no trabalho é uma realidade crescente em muitas empresas e afeta profissionais de diversas áreas.

Afinal, pressão por resultados, prazos curtos e o acúmulo de responsabilidades podem impactar a saúde física e mental dos colaboradores.

Mas a boa notícia é que existem diversas formas de prevenir e gerenciar o estresse. Tanto por parte das empresas quanto pelos próprios trabalhadores.

Entenda o que é estresse no trabalho

O estresse no trabalho não se define apenas pelo cansaço ou por uma irritação gerada pela rotina ocupacional. Ele surge de uma combinação de fatores que afetam a saúde física e emocional do trabalhador. Mas vamos entender isso melhor.

Desde a década de 1970, pesquisadores destacaram como o ambiente de trabalho pode ser um gatilho importante para esse processo. Ou seja, o estresse não depende apenas da resistência do trabalhador, mas também das condições em que ele está inserido.

Outro fator importante é que cada pessoa percebe e reage ao estresse de maneira diferente. Então, o que para uns é um desafio estimulante, para outros pode ser uma fonte de tensão constante.

Essa diferença se dá pelas experiências e habilidades de cada um, além do apoio que recebem de colegas e líderes.

Entenda as principais causas de estresse no trabalho

Alguns dos fatores mais comuns que geram estresse no trabalho incluem:

  • jornadas longas;
  • medo de demissão;
  • pressões por resultados;
  • mudanças inesperadas;
  • falta de apoio de líderes e colegas.

Quando esses fatores ultrapassam a capacidade do trabalhador de lidar com eles, o estresse começa a afetar sua saúde física e mental. E têm gerado um cenário propenso ao esgotamento.

Nesse sentido, um artigo publicado pela MIT Technology Review reforça os seguintes fatores:

Alta pressão no ambiente laboral

Em um mercado cada vez mais competitivo, a pressão no trabalho tem se intensificado. Profissionais se veem desafiados a entregar performance e resultados em um ritmo frenético, o que muitas vezes extrapola suas capacidades cognitivas e emocionais.

Cultura de trabalho excessivo

Em muitas culturas organizacionais, longas jornadas de trabalho são vistas como um símbolo de dedicação e comprometimento. No entanto, esse modelo insustentável ignora o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, tornando as jornadas longas uma norma e não uma exceção.

Ritmo acelerado de inovação e exigências contínuas de capacitação

Em um ambiente corporativo dinâmico, a busca por inovação e a constante atualização de habilidades são fundamentais. Então, as empresas exigem que seus colaboradores se adaptem rapidamente às novas tecnologias e processos.

Isso cria uma pressão adicional, pois, além da carga de trabalho habitual, os profissionais precisam dedicar tempo e energia para aprender constantemente. O que pode resultar em estresse crônico e burnout.

Desafios do trabalho remoto e a confusão entre trabalho e vida pessoal

Embora o trabalho remoto ofereça benefícios como maior flexibilidade, ele também trouxe novos desafios. A principal dificuldade está na falta de limites claros entre trabalho e vida pessoal, especialmente para aqueles que têm a responsabilidade de gerenciar suas próprias rotinas.

Desigualdade de gênero e o aumento do estresse nas mulheres

Uma questão relevante, mas frequentemente negligenciada, é a desigualdade de gênero no ambiente de trabalho. Nesse sentido, dados da Mental Health UK mostram que as mulheres enfrentam uma carga maior de estresse no trabalho em comparação aos homens. Em 2024, 93% das mulheres relataram estresse extremo, contra 88% dos homens. E elas são menos propensas a tirar uma licença para cuidar da saúde mental.

Veja quais são os sintomas do estresse no trabalho

O estresse é uma reação natural do corpo a pressões externas, mas, quando prolongado, ele pode se tornar um problema. Ele se manifesta em diferentes estágios, e os sintomas podem variar conforme a intensidade e o tempo de exposição ao estressor.

Segundo estudo publicado pela Revista Brasileira de Medicina do Trabalho, no início, o corpo entra na fase de alarme. Nesse momento, a resposta é rápida e intensa.

Ou seja, é quando o famoso “modo de luta ou fuga” se ativa. O coração bate mais rápido, a respiração acelera, a pressão arterial sobe, e o corpo se prepara para enfrentar o perigo.

Mas essa fase não dura muito. Pois o corpo tenta equilibrar tudo rapidamente para lidar com a ameaça, mas é um esforço intenso.

A seguir, vem a fase de resistência, na qual o corpo tenta se adaptar à nova situação. Esse processo exige muito do organismo, e é quando os primeiros sinais de desgaste começam a aparecer.

Aqui, a memória começa a falhar, a concentração fica mais difícil, e o corpo se sente fisicamente cansado. A irritabilidade aumenta, e as emoções ficam instáveis. A sensação de cansaço nunca passa, e o desânimo se torna constante.

Se o estresse persiste por muito tempo, o corpo entra na fase de exaustão, em que os mecanismos de adaptação falham. O corpo simplesmente não consegue mais lidar com a pressão.

Essa é a fase mais crítica, e pode levar a doenças graves. Afinal, o organismo já não tem mais força para resistir aos estressores, e pode colapsar.

Há ainda uma fase de quase-exaustão, em que o corpo começa a ceder, mas ainda não chegou ao ponto de colapso total. Nela, os sintomas aparecem, mas não são tão intensos quanto na fase de exaustão.

Nesse ponto, é crucial agir, pois o corpo já começa a mostrar sinais claros de que algo não está bem.

Como o estresse no trabalho se manifesta em modelos híbridos e home office

Os modelos híbrido e home office oferecem flexibilidade, mas também apresentam desafios que podem intensificar o estresse ocupacional. Veja quais são os principais deles:

Difusão dos limites entre vida profissional e pessoal

A ausência de fronteiras claras entre trabalho e vida pessoal é um dos principais fatores de estresse nesses modelos.

Esse fenômeno é conhecido como “conflito entre trabalho e família”, caracterizado por exigências incompatíveis entre ambos os papéis, dificultando a participação efetiva em cada um deles. Por isso, a flexibilidade de horário e local pode levar os colaboradores a estenderem suas jornadas de trabalho, comprometendo o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Isolamento social e diminuição da convivência

O trabalho remoto pode resultar em sentimentos de solidão e desconexão, especialmente quando há uma diminuição da convivência com colegas e líderes. Nesse sentido, a falta de interações presenciais pode afetar o apoio social e o reconhecimento, fatores importantes para a saúde mental e o bem-estar no ambiente de trabalho.

Sobrecarga de multitarefas e expectativas elevadas

A combinação de responsabilidades profissionais e pessoais em um único espaço pode levar a uma sobrecarga mental. Afinal, a pressão para manter altos níveis de desempenho, aliada à gestão de tarefas domésticas e familiares, pode resultar em estresse crônico e burnout.

Dificuldade em manter a produtividade e o foco

Ambientes domésticos podem apresentar distrações que dificultam a concentração e a produtividade. Assim, a falta de uma estrutura física dedicada ao trabalho pode levar a uma sensação de desorganização e estresse, afetando o desempenho profissional.

Exigências tecnológicas e sobrecarga de ferramentas digitais

O aumento do uso de tecnologias e ferramentas digitais no trabalho remoto pode ser uma fonte de estresse. Isso porque a necessidade constante de estar disponível pode criar um ambiente de trabalho caótico e exaustivo. O que dificulta a desconexão e o relaxamento.

Falta de reconhecimento e feedback

A ausência de interação presencial pode levar a uma sensação de invisibilidade para o trabalhador. Com isso, a falta de reconhecimento imediato e de feedback constante pode resultar em estresse. Afinal, o profissional não tem uma percepção clara sobre seu desempenho.

Saiba mais! Trabalho híbrido: o que é, vantagens e pontos de atenção

Veja como identificar o estresse no trabalho

Identificar o estresse no trabalho pode ser desafiador, pois ele se manifesta de formas variadas, dependendo do indivíduo e do ambiente. No entanto, existem sinais claros que podem ajudar a perceber quando o estresse começa a tomar conta.

Para começar, é importante ficar de olho em mudanças relevantes de comportamento. Ou seja, começar a reagir de maneira exagerada a situações do dia a dia é um reflexo do desgaste emocional. Outro sinal importante é a queda no desempenho. Porque o estresse impacta diretamente a capacidade de concentração e de tomada de decisões.

Isso pode levar a erros frequentes, dificuldades em manter o foco nas tarefas e uma sensação constante de estar sobrecarregado. Em muitos casos, a produtividade diminui, mesmo com o aumento das horas trabalhadas.

Além disso, sintomas físicos também são comuns. Afinal, o estresse pode gerar dores de cabeça recorrentes, problemas digestivos, cansaço excessivo e até insônia. E, no longo prazo, esses problemas podem se intensificar e levar a doenças mais graves.

Ainda, é importante observar as mudanças no comportamento social. Pois, quando o estresse se instala, pode haver uma tendência ao isolamento.

Nesse sentido, os profissionais começam a evitar interações sociais, preferindo ficar sozinhos ou se afastando de colegas e líderes. O que pode ser um reflexo da falta de energia ou do medo de não dar conta das expectativas.

Descubra quais são os riscos e as consequências do estresse no trabalho

O estresse no trabalho tem impactos significativos nas organizações e na economia.

Segundo o relatório People at Work 2023: A Global Workforce View, 67% dos trabalhadores brasileiros sofrem com estresse no trabalho. Um número superior à média global, de 65%.

Além disso, o levantamento mostrou que a sensação de apoio dos gestores em relação à saúde mental dos trabalhadores diminuiu. De 70% em 2022, esse apoio caiu para 64% em 2023.

Outro dado preocupante é que 57% dos trabalhadores acreditam que seus superiores não estão capacitados para discutir saúde mental sem julgamentos. O que evidencia a falta de um ambiente seguro para o diálogo.

Esses números têm consequências diretas não apenas para as pessoas, mas também para as organizações. Nesse sentido, a Lancet Commission aponta que, sem as medidas adequadas para tratar e reduzir esses distúrbios, o custo global do problema pode chegar a US$ 16 trilhões entre 2010 e 2030.

Ou seja, os dados reforçam a urgência de ações por parte das empresas para cuidar da saúde mental dos colaboradores. Além de evidenciar como o estresse não é apenas questão de bem-estar, mas também uma questão econômica crítica.

Veja a relação entre estresse no trabalho e burnout

A síndrome de burnout é definida como uma sensação de perda de energia e do sentido da relação com o trabalho. Foi descrita pela primeira vez na década de 1970, nos Estados Unidos. No Brasil, foi reconhecida como uma doença profissional em 1996.

Inicialmente, o profissional se sente muito envolvido com seu trabalho e seus clientes, mas, com o tempo, esse envolvimento vai se desgastando. Ele começa a se desinteressar pelas atividades e sente que qualquer esforço parece inútil.

Então, o trabalhador perde a conexão emocional com o que antes era importante para ele, chegando ao ponto de se “queimar” (daí seu nome em inglês) completamente.

Essa síndrome pode ser dividida em três estágios:

  • Exaustão emocional: refere-se ao esgotamento físico e mental, à perda de energia para lidar com as demandas diárias do trabalho.
  • Despersonalização: defesa emocional que resulta em um distanciamento do trabalho e das pessoas ao redor.
  • Baixo sentimento de realização profissional: o trabalhador começa a se sentir insatisfeito com suas funções e passa a ter uma visão negativa de si mesmo. O que diminui sua autoestima e a capacidade de realizar suas tarefas.

Portanto, o burnout é uma consequência direta do estresse prolongado e das expectativas irrealizáveis no trabalho.

Essa contradição entre o que é esperado e o que pode ser realizado é o que gera o esgotamento profundo, fazendo com que o trabalho perca o sentido.

Saiba mais! Conheças as estratégias de RH para reduzir risco de doenças ocupacionais!

Saiba quais são as doenças mais comuns causadas pelo estresse ocupacional

O estresse no trabalho, quando prolongado e não tratado, pode levar ao surgimento de diversas doenças físicas e mentais. Vamos entender como ele pode se manifestar em condições clínicas. Uma das doenças mais comuns associadas ao estresse é o burnout, já mencionado anteriormente. Os sintomas incluem exaustão, irritabilidade e falta de motivação, afetando tanto a saúde mental quanto física do indivíduo.

Além do burnout, o distúrbio de ansiedade é outro problema recorrente. O que causa dificuldades para relaxar, sensação de medo constante e até ataques de pânico. Esse transtorno afeta a capacidade do trabalhador de se concentrar e desempenhar suas funções de maneira eficaz.

Problemas cardíacos também são comuns em indivíduos que enfrentam níveis elevados de estresse. Afinal, o estresse constante pode aumentar a pressão arterial e contribuir para o desenvolvimento de doenças cardíacas.

Já o distúrbio gastrointestinal é outra consequência frequente do estresse no trabalho. Ele pode se manifestar em problemas como gastrite, refluxo gastroesofágico e síndrome do intestino irritável.

Outro efeito comum é o distúrbio no sono. O que afeta diretamente a disposição, o foco e a saúde geral do trabalhador. Cria, assim, um ciclo vicioso onde a falta de descanso contribui ainda mais para o estresse.

Aprenda a reconhecer a diferença entre estresse positivo e estresse negativo

O estresse é muitas vezes visto como algo negativo, mas nem todo estresse é prejudicial. Na verdade, ele pode ter um papel importante em nossa vida e no nosso desempenho.

O estresse positivo é aquele que surge quando enfrentamos desafios que nos motivam e nos impulsionam a agir. Ele pode ser visto como uma resposta natural e necessária para lidar com situações novas ou difíceis. Esse tipo de estresse nos ajuda a manter o foco, aumenta a produtividade e nos prepara para agir.

Um exemplo de estresse positivo é quando você precisa fazer uma apresentação importante no trabalho, por exemplo. E sente uma tensão que o mantém alerta e focado, mas que também o empurra para se preparar melhor.

Esse estresse é temporário e desaparece assim que o desafio é superado. Ele ajuda a melhorar o desempenho e pode até aumentar a satisfação pessoal ao alcançar o objetivo. Por outro lado, o estresse negativo é o tipo de estresse que ocorre quando a pressão é excessiva, contínua e sem um alívio adequado.

Nesse sentido, quando o estresse se torna crônico, ele deixa de ser um motivador. E começa a afetar a saúde física e emocional. Esse tipo de estresse geralmente vem de situações em que as demandas superam as capacidades do indivíduo. Sem que haja tempo ou recursos suficientes para lidar com elas.

O estresse negativo pode levar a sintomas como cansaço excessivo, irritabilidade, ansiedade e até doenças físicas. No ambiente de trabalho, pode surgir quando há sobrecarga de tarefas, prazos apertados constantes ou falta de apoio da liderança.

Basicamente, a principal diferença entre o estresse positivo e o negativo é a durabilidade e o controle. Ou seja, o estresse positivo é momentâneo e ajuda a pessoa a se concentrar e a alcançar resultados. Já o estresse negativo se estende por longos períodos e começa a prejudicar a saúde e o bem-estar.

Fique sabendo: estresse no trabalho pode causar afastamento?

Sim, o estresse no trabalho pode levar ao afastamento do trabalhador.

A Organização Mundial da Saúde estima que 30% dos trabalhadores sofrem de transtornos mentais. E esses problemas são responsáveis por uma grande parte da perda de dias de trabalho no mundo.

Quando o estresse se torna crônico e não é tratado, ele pode levar a condições mais graves, como a síndrome de burnout, transtornos de ansiedade ou depressão. Isso afeta diretamente a capacidade do trabalhador de desempenhar suas funções e, em casos mais extremos, pode resultar em longos períodos de afastamento.

Os casos leves podem resultar em uma média de quatro dias perdidos por ano. Já os casos graves podem causar até 200 dias de afastamento. O que gera um impacto significativo na produtividade. Nesse sentido, o custo dos afastamentos para a economia global é imenso, estimado em US$ 1 trilhão a cada ano. E as previsões são de que esse número alcance US$ 6 trilhões até 2030.

Descubra como a empresa pode prevenir o estresse no trabalho

A prevenção do estresse no trabalho começa com a criação de um ambiente que valorize o bem-estar dos colaboradores. Nesse sentido, estabelecer uma cultura que valorize momentos de tranquilidade e desconexão pode reduzir significativamente o estresse. E incentivar a todos a tirar um tempo para si.

Por essa razão, líderes de empresas bem-sucedidas têm adotado estratégias que promovem autocuidado e incentivam a saúde mental no trabalho. Uma prática comum entre líderes é a incorporação de exercícios e meditação na rotina.

Essa prática não só ajuda a lidar com o estresse, mas também serve como um exemplo para sua equipe. Além disso, as empresas podem incentivar momentos offline e o engajamento no mundo real.

O hábito de fazer caminhadas e se conectar com amigos e familiares ajuda a recarregar as energias. O que ajuda a equilibrar o trabalho com a vida pessoal, sobretudo para os adeptos do home office.

Saiba mais! Tudo sobre segurança psicológica no trabalho

Como a empresa deve lidar com um colaborador com estresse no trabalho

Quando um colaborador está enfrentando estresse no trabalho, a resposta da empresa deve ser tanto empática quanto prática.

Para começar, é importante reconhecer a importância de cuidar da saúde mental tanto dos líderes quanto dos colaboradores. E reforçar os comportamentos de cuidado, criando um espaço onde os colaboradores possam se sentir apoiados.

Nesse sentido, as empresas podem adotar políticas flexíveis voltadas ao bem-estar. Para isso, não faltam exemplos, recomendados pela MIT Sloan Management School.

Cindy McLaughlin, head de produto da CarbonBuilt, empresa de tecnologia sustentável, adotou uma política de “férias a qualquer momento”. Assim, permite que os colaboradores tirem uma tarde ou alguns dias de folga sempre que precisarem, sem pressões.

Em organizações como a de Jackie Yeaney, ex-CMO da Tableau, a valorização do bem-estar é inserida na agenda da empresa. Isso inclui iniciativas como dias de folga coordenados, horários flexíveis, e programas de treinamento.

Além disso, fortalecer relações no ambiente de trabalho, mesmo a distância, é importante. Por isso, promover atividades para ajudar os colaboradores a se conectarem é uma maneira eficaz de lidar com o estresse. E criar uma cultura organizacional solidária.

Por fim, incluir momentos de bem-estar nas reuniões de equipe é importante para priorizar a saúde mental. Andrea de Souza, da farmacêutica Lilly, destaca que a responsabilidade dos líderes em priorizar essa prática.

Basicamente, a chave está em ser proativo e criar uma cultura corporativa que celebre o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Dicas para o colaborador para driblar o estresse no trabalho

O estresse no trabalho é uma realidade para muitas pessoas. Mas a boa notícia é que existem maneiras de gerenciar e reduzir esses níveis de pressão. Se você está se sentindo sobrecarregado, aqui estão algumas dicas práticas que podem ajudar a driblar o estresse e manter a saúde física e mental em dia.

Priorize o autocuidado

A primeira e mais importante dica é cuidar de si mesmo. Isso inclui dormir bem, praticar exercícios físicos e adotar hábitos alimentares saudáveis. Nesse sentido, atividades como caminhada ao ar livre ou fazer uma pausa para respirar profundamente podem fazer a diferença. Lembre-se de que cuidar do seu corpo é fundamental para enfrentar os desafios diários com mais energia e foco.

Organize seu tempo

O estresse muitas vezes surge da sensação de não ter tempo suficiente para cumprir todas as tarefas.

Para driblar essa sensação, use ferramentas como agendas ou aplicativos de produtividade para planejar sua rotina.Então, divida grandes tarefas em etapas menores e estabeleça prazos realistas. Afinal, ao conquistar pequenas metas, você sente um senso de realização, o que ajuda a reduzir a ansiedade.

Estabeleça limites claros

É importante aprender a dizer “não” quando necessário. Então, estabeleça limites claros com colegas e líderes para evitar sobrecarga de trabalho.

Afinal, respeitar seu tempo e suas necessidades é fundamental para preservar sua saúde mental. O que inclui também fazer pausas regulares durante o expediente para evitar o cansaço excessivo.

Busque apoio quando necessário

Não tenha vergonha de pedir ajuda. Conversar com um colega, líder ou até com um profissional pode ser uma maneira eficaz de lidar com o estresse. Às vezes, apenas desabafar sobre o que está acontecendo pode aliviar a pressão e trazer novas perspectivas sobre a situação.

Concentre-se no que está ao seu alcance

O estresse muitas vezes vem da tentativa de controlar o incontrolável. Então, em vez de se preocupar com tudo o que pode dar errado, concentre-se no que você pode fazer agora. Assim, dê um passo de cada vez e evite a sobrecarga mental tentando antecipar o futuro.

Desconecte-se quando possível

No mundo hiperconectado de hoje, o limite entre trabalho e vida pessoal se mistura facilmente. Por isso, sempre que possível, se desconecte ao final do expediente e nas horas de descanso. Evite olhar e-mails de trabalho fora do horário ou responder mensagens relacionadas ao trabalho durante seu tempo livre. Isso ajuda a restaurar a energia e manter o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Conclusão

Lidar com o estresse no trabalho depende da adoção de boas práticas tanto por parte dos trabalhadores como das organizações.

Nesse sentido, a promoção de hábitos saudáveis, o incentivo ao autocuidado e políticas de apoio podem transformar a cultura organizacional.

Para isso, é preciso entender os sinais de estresse e adotar estratégias para enfrentá-lo.

Afinal, com práticas adequadas e um ambiente mais equilibrado, é possível reduzir os efeitos do estresse no trabalho. E mexer os ponteiros do bem-estar e da produtividade.

Gostou deste conteúdo?

Clique aqui e comece hoje mesmo a simplificar sua rotina com as soluções da Ticket!

Quer contratar a Ticket de forma 100% autônoma? Clique aqui!

Quer levar a Ticket para sua empresa?

Nossos especialistas podem ajudar!

Baixe nossos
materiais exclusivos!

Manuais, guias e conteúdos gratuitos pensados para apoiar você e aumentar a produtividade da sua empresa.

O guia que todo líder deveria ler

Desbloqueie o e‑book e entenda o impacto da boa gestão de pessoas nas empresas.

O controle de custos que todo RH precisa

Acesse gratuitamente e acompanhe benefícios corporativos sem complicação.

O motivo que faz talentos escolherem sua empresa

Baixe grátis e aprenda a usar benefícios como estratégia de atração.

Não perca as novidades!

Assine a newsletter e receba dicas para melhorar a experiência dos colaboradores.

Quer economizar
com Ticket?

Descubra o benefício ideal para sua empresa.