Trabalhar com os melhores profissionais é o sonho de toda empresa.
Entretanto, nem o colaborador mais especializado e dedicado consegue trabalhar com todo seu potencial se enfrentar problemas com a própria saúde financeira. Ao lidar com pessoas, você precisa ter sensibilidade para entender suas necessidades e seus problemas. Um colaborador que trabalha apenas com a meta de pagar contas não produzirá adequadamente. Entretanto, devemos ter em mente que, muitas vezes, durante a formação do profissional, não há preocupação em instruí-lo sobre a importância de equilibrar as finanças. A consultoria Deloitte divulgou uma pesquisa sobre a saúde financeira dos brasileiros. O estudo constatou que 37% dos entrevistados continuavam com os problemas financeiros que enfrentavam no início do ano anterior.
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A saúde financeira resulta de um bom planejamento de finanças pessoais e você pode apoiar seu colaborador com algumas dicas!
Como orientar seu colaborador a
manter a saúde financeira ter dívidas é uma realidade para muitas pessoas.
Saber como ajudá-las é primordial para manter o ritmo de crescimento da sua empresa. Por isso, você precisará apresentar uma série de sugestões para que o colaborador possa, por si só, recuperar a saúde financeira e passar a ter uma convivência mais leve e produtiva na organização. Seu papel será orientá-lo para que ele mesmo seja o agente que transformará sua forma de lidar com a remuneração recebida. Confira uma série de passos que você pode sugerir:
- Organizar ganhos e custos: é recomendável começar o planejamento reunindo informações sobre gastos e remuneração em uma planilha. O ideal é que esse controle seja mensal. Para isso, basta criar abas e nomeá-las de acordo com os meses;
- Prever os gastos: ao longo do ano, muitas contas grandes e importantes surgirão. Para evitar os juros, é interessante priorizar o pagamento de impostos e das faturas de cartão de crédito. Além disso, evitar emergências, como a manutenção de eletrodomésticos e reparos na casa, conferindo o estado das coisas sempre que possível;
- Criar metas e segui-las: os desejos e as necessidades devem ser concluídos em um prazo preestabelecido. Tudo precisa constar na planilha e ser definido como “urgente” ou “importante”, além de ter uma data de vencimento. A intenção aqui é planejar uma poupança dedicada ao cumprimento desses objetivos;
- Avaliar as ofertas: achar as melhores promoções é muito bacana! Não é vergonha pagar mais barato ou economizar bastante para fechar o mês com a conta no azul e, até mesmo, com um dinheiro que pode ser destinado à poupança ou algum outro tipo de investimento mais rentável;
- Nada de cheque especial ou cartão de crédito: cair na armadilha de pagar o mínimo da fatura do cartão de crédito e usar o limite da conta corrente é o melhor caminho para se enrolar e perder a saúde financeira;
- Deixar o dinheiro render: é tentador interromper uma aplicação financeira por ansiedade. O melhor é deixar o investimento parado e esperar ele render;
- Controlar as despesas: registrar os valores dos produtos e serviços adquiridos ao longo do mês ajuda a prevenir o endividamento e os juros.
Os resultados de um bom planejamento
A reeducação financeira transforma comportamentos, pois uma nova relação com o dinheiro é estabelecida. Colocar a saúde financeira nos eixos afetará o comportamento do colaborador positivamente no ambiente de trabalho. Haverá redução de atrasos e faltas, mais interesse nas atividades, aumento de produtividade, fortalecimento do vínculo com a empresa e, consequentemente, um clima organizacional melhor. Como o colaborador aprendeu a usar de forma consciente a remuneração que recebe e entende melhor como administrá-la, ele também saberá como traçar estratégias e planos de trabalho eficientes. Outra forma de apoiar seu colaborador a gerir sua remuneração e equilibrar as contas no final do mês é disponibilizar o Ticket Plus, um produto de antecipação salarial que permite ao seu funcionário realizar compras em uma ampla rede credenciada, tendo acesso a serviços e sem créditos adicionais. Ou seja, o valor é limitado a um percentual do salário do colaborador definido pelo próprio RH e descontado direto na folha de pagamento. Isso permite ao colaborador o aumento do poder de compra, mas sem endividamento. Deseja conhecer o Ticket Plus? Fale com nossos consultores. Eaí?
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Compartilhe-as com seus funcionários e ajude-os a manter a saúde financeira!
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