equipe de trabalho animada mostra Como melhorar o engajamento dos funcionários
8 de August de 2025

Como melhorar o engajamento dos funcionários e criar equipes que brilham todos os dias

 

Nos últimos anos, muitas empresas no Brasil enfrentaram o mesmo desafio: queda no engajamento, aumento da rotatividade e, adicionalmente, uma sensação de desconexão entre equipes e, na mesma intensidade, da liderança. Segundo o relatório State of the Global Workplace 2025 da Gallup, apenas 28% dos trabalhadores brasileiros estão realmente engajados no trabalho. Embora o número esteja acima da mídia global (23%) e da América Latina (22%), ainda está bem distante do ideal.

Além disso, o estudo também aponta que 36% dos brasileiros sentem estresse diário, menos que a mídia mundial (41%), mas suficiente para impactar clima, produtividade e retenção.

O fato é que quando o engajamento diminui, a empresa perde mais do que desempenho: perde inovação, vínculos, bem como talentos que deixam de se ver como parte da história. Por outro lado, equipes engajadas entregam mais, ficam por mais tempo e fortalecem a cultura.

A pergunta é: como melhorar o engajamento dos funcionários de forma consistente e rigorosa?

Neste artigo, vamos falar sobre:

  • Definições e sinais de engajamento (e desengajamento)
  • Estratégias reais que funcionam
  • O papel da liderança, do RH e dos benefícios personalizados
  • Como medir, confirmar e sustentar esse vínculo ao longo do tempo

Preparado para mergulhar no tema, entender o que está por trás do engajamento e descobrir ações que podem transformar o dia a dia de sua equipe? Então acompanhe a leitura!

Parte 1 – Entendendo o que (realmente) é engajamento

Afinal, o que é envolvimento de funcionários?

Engajamento é o nível de conexão emocional e compromisso que uma pessoa tem com a empresa e com seus objetivos. Diferente da motivação , que pode variar conforme fatores externos (como um bônus ou um elogio), o engajamento é mais profundo e estável. Ficou na dúvida? Explicado melhor. A satisfação se refere ao quanto o profissional está satisfeito com as condições de trabalho, e a retenção mede o tempo que ele permanece. No entanto, é possível que alguém fique na empresa sem estar engajado. Por isso, uma boa maneira de definir engajamento é compará-lo com aquela energia extra que faz o colaborador buscar soluções, propor ideias e, consequentemente, se sentir parte do negócio.

E como é o engajamento nas empresas brasileiras?

Como antecipamos, o State of the Global Workplace 2025, da Gallup , mostra que 28% dos trabalhadores no Brasil estão engajados, número superior à média global (23%) e à América Latina (22%). Isso indica avanços, mas é necessário olhar a outra “metade” do copo: mais de 70% da força de trabalho não se sente plenamente conectado à empresa. Além disso, 46% disseram sentir estresse diário , acima da mídia global (41%), um dado altamente relevante para a saúde e o clima organizacional.

Sinais de que sua equipe está engajada (ou não)

Equipes engajadas não se limitam a cumprir tarefas: elas buscam soluções, se ajudam mutuamente e mantêm um bom ritmo mesmo quando o cenário é desafiador. No dia a dia, isso pode aparecer de várias formas, como:

  • Colaboradores que trazem ideias para otimizar processos sem que ninguém peça.
  • Pessoas que assumem responsabilidades adicionais em momentos críticos, como cobrir um colega ou entregar um projeto antes do prazo.
  • Vezes que coletamos informações de forma espontânea para que todos tenham esclarecimento sobre o andamento dos trabalhos.

Já os sinais de desengajamento costumam ser mais sutis no início, mas ganham força se não houver ação:

  • Queda de desempenho contínuo , mesmo com feedbacks e treinamentos , queda perda de energia e comprometimento.
  • Falta de minha iniciativa , com respostas automáticas como “não sei”, “não é função” ou “alguém precisa me dizer o que fazer”, mesmo em situações onde antes havia autonomia.
  • Silêncio nas reuniões , não só por timidez, mas por falta de interesse, de segurança psicológica ou a descrição de que sua opinião fará diferença.
  • Aumento no absenteísmo ou atrasos recorrentes, muitas vezes acompanhados de vagas justificativas ou padrão de pedidos de afastamento em momentos estratégicos.

O que prejudica o envolvimento dos funcionários

Quando o engajamento cai, quase sempre existe um conjunto de fatores por trás, e muitos deles estão sob o controle da empresa. Por isso, vale identificar e, o quanto antes, mudar as políticas internas e desenvolver novas atitudes para combater o problema.

Falta de reconhecimento genuíno

Reconhecer não é só premiar no fim do ano ou dizer “bom trabalho” no corredor. É valorizar conquistas no momento em que acontecem, de forma específica. Por exemplo: ao invés de “parabéns pelo projeto” , dizer “o cliente apresentou sua apresentação pela clareza dos dados, e isso foi decisivo para fecharmos o contrato” . Sem esse cuidado, o colaborador pode sentir que seu esforço passa despercebido.

Metas inalcançáveis ​​que geram frustração

Objetivos descolados da realidade não inspiram superação, mas sim desmotivação. Imagine um tempo de vendas que recebe uma meta 50% maior do que a média histórica, sem aumento de equipe ou ferramentas extras. A sensação é de corrida perdida antes da largada, e isso corrói a confiança na liderança.

Microgestão e falta de autonomia

Acompanhar de perto é importante, mas fazer microgerenciamento, controlando cada passo, sufocando a criatividade e reduzindo a sensação de pertencimento. Quando o líder revisa e reescreve todas as entregas, a mensagem que chega é: “não confio no seu trabalho”. Com o tempo, a pessoa para propor novas ideias e passa a fazer apenas o básico.

Ausência de propósito claro ou alinhado ao tempo

As pessoas querem saber por que estão fazendo o que fazem e como isso contribui para algo maior. Se a empresa fala em “ inovação ” mas só recompensa quem mantém o status quo, o discurso perde força. Nesse cenário, cada área começa a trabalhar isoladamente, sem um objetivo comum que conecte as entregas.

Parte 2 – O vínculo começa com cultura e liderança

Por que a cultura organizacional influencia tanto o engajamento

Cultura não é um quadro na parede ou um discurso bonito no onboarding . É o jeito como as coisas realmente acontecem na empresa: como se tomar decisão, como se regular o trabalho, como se lidar com erros.

Se a cultura estimula confiança, colaboração e coerência entre o que é dito e o que é feito, o engajamento cresce.

Por outro lado, se o ambiente premia competitivo excessivamente, esconde informações e lida com o erro de forma punitiva, as pessoas se fecham. Quer um exemplo? Uma empresa pode dizer que valoriza a inovação, mas se todo projeto novo é barrado por medo de arriscar, a mensagem real para o tempo é: “fique na sua zona de conforto”. E é nesse tipo de contradição que o engajamento começa a se perder.

O papel da liderança no engajamento dos funcionários

Na prática, a liderança é o filtro pelo qual a cultura chega até cada colaborador. É no contato diário que se constrói (ou se derrota) a conexão com a empresa. Líderes que têm propósito claro, dão feedbacks frequentes e mostram emoções disponíveis para manter o tempo alinhado e motivado. Por outro lado, um líder que ignora as ideias da equipe ou só aparece para apontar erros vai minando o engajamento um pouco um pouco. Imagine um gestor que, ao receber uma sugestão, responda: “não temos tempo para isso agora”, mesmo que a ideia pudesse economizar horas no futuro. Pequenos momentos como esse acumulam e têm interesse na motivação. Se a pergunta é como melhorar o engajamento dos funcionários , um dos caminhos mais rápidos e consistentes é investir em capacitar líderes para que saibam ouvir, orientar e inspirar.

Comunicação e escuta: o começo de tudo

Não dá para envolver quem não se sente ouvido. Comunicação clara não é apenas mandar um e-mail explicando mudanças: é abrir espaço para que as pessoas possam reagir, questionar e contribuir. Em outras palavras, é manter a escuta ativa . Check-ins regulares, conversas de desenvolvimento e reuniões de alinhamento são oportunidades valiosas para criar proximidade. Mas atenção: a escuta só funciona por pura simplicidade. Perguntar “está tudo bem?” esperando apenas um “sim” não construir confiança. Um bom exercício para líderes é se perguntar: o que meu tempo não está dizendo por medo ou por achar que não adianta? As respostas a essa pergunta podem revelar muito sobre onde agir para melhorar o clima e fortalecer o vínculo.

Parte 3 – Estratégias eficazes para melhorar o engajamento

Benefícios flexíveis que realmente envolvem

Personalização comunica respeito. Quando uma pessoa escolhe onde investir seu pacote de benefícios , ela percebe que a empresa enxerga realidades diferentes. E isso tem tudo a ver com como melhorar o engajamento dos funcionários.

Exemplos que servem para o dia a dia

  • Carteira flexível ( novo cartão multibenefícios da Ticket ): permite alocação entre alimentação, mobilidade, saúde mental, educação e bem-estar.
    Ex.: Ana (mãe solo) prioridade creche e mercado; Lucas (dev. remoto) usa mais saúde mental e educação; Paula (campo) direto para deslocamento e refeição.
  • Campanhas sazonais de escolha: reabertura trimestral para ajustes (volta às aulas, fim de ano).
    Pergunta-chave: “O que mudou na vida do tempo nos últimos 90 dias que pede recalibrar o benefício?”
  • Parcerias locais: academias, cursos técnicos, aplicativos de terapia.
    Ex.: tempos de operações de proteção, benefícios de mobilidade e refeição próxima ao site.
  • Regras simples e justas: orçamento por elegibilidade, política clara de uso e comunicação transparente.
    Checklist de risco: há grupos que, na prática, não fornecem o benefício?

Template de anúncio (copiar e colar):

“A partir de [dados], você escolhe como distribuir seu pacote de benefícios entre [categorias]. Revemos sua escolha a cada 90 dias. Dúvidas? [canal]”

 

Engajamento ao longo da jornada (do onboarding ao desenvolvimento)

Quer aumentar como melhorar o engajamento dos funcionários ? Mapeie os “momentos que importam” da experiência.

Onboarding que integra (30-60-90):

  • Dia 1: benefício de alimentação no primeiro dia (ex.: cartão Ticket RH ), agenda da primeira semana, acesso sem fricção.
  • Dia 30: primeiro entregável claro + feedback rápido.
  • Dia 60: mini- roteiro de desenvolvimento.
  • Dia 90: avaliação nível: o que ajudou/atrapalhou? O que você já mudou?

Reconhecimento que conta:

  • Rituais semanais: 10 minutos no fim da reunião de horário para contribuições específicas.
  • Catálogo de reconhecimento: de “obrigado público” a micro-bônus entre pares.
    Pergunta-retórica: “Estamos regularizando comportamentos que reforçam a cultura ou apenas metas do mês?”

Clima no dia a dia:

  • Check-ins curtos quinzenais do gestor (15–20 min): “o que te energizou/te drenou?”, “um impedimento que posso tirar?”.
  • Log ‘Você disse, nós fizemos’: registro público do que foi pedido e do que foi feito para fechar o ciclo.

Desenvolvimento que retém:

  • Plano de carreira e trilhas visíveis: o que é ‘júnior’, ‘pleno’, ‘sênior’ aqui?
  • Mobilidade interna simplificada: vagas internas com processo ágil.
  • Aprendizagem 70-20-10: projetos-alvo (70), mentoria/peer review (20), cursos (10).
    Ex.: um analista liderou um mini-esquadrão por 8 semanas com coaching leve.

Como medir o engajamento (e agir depois)

Medir é importante, mas não adianta nada fazer pesquisa e deixar as respostas paradas numa planilha. Isso só afasta as pessoas. O segredo é ter uma rotina simples para medir, e um compromisso claro para agir.

Um bom ponto de partida:

  • Pergunta principal (eNPS): “De 0 a 10, o quanto você recomendaria nossa empresa como um bom lugar para trabalhar?”
  • Mais 5 perguntas rápidas:
    1. Sei exatamente o que espero de mim.
    2. Consigo fazer meu trabalho bem como o que tenho hoje.
    3. Fui reconhecido de forma clara nas últimas duas semanas.
    4. Vejo chances reais de crescer aqui.
    5. Meu líder me escuta e ajuda a resolver problemas.

Quando perguntar:

  • A cada 3 meses: a pergunta principal + as 5 rápidas (leva menos de 10 minutos).
  • Todo mês: um mini check-in no time, com 3 perguntas no final de uma reunião geral.
  • Depois de grandes mudanças: uma pesquisa curtinha, enviada em até 48 horas, para sentir o impacto.

E depois, o que fazer com as respostas?

  • Notas baixas (0 a 6): descobrir o que está atrapalhando e agir logo. Pode ser sobrecarga, falta de recurso ou processos que travam.
  • Notas médias (7 e 8): ajustar reconhecimento e dar mais claro nas metas.
  • Notas altas (9 e 10): transformar essas pessoas em multiplicadores, incentivando que compartilhem boas práticas.

E para não deixar cair no esquecimento:

Monte um painel simples com:

  • Taxa de resposta
  • Pontuação média por área ou função
  • Quais pontos caíram ou subiram
  • 3 ações principais para os próximos meses, com prazo e responsável

Ah, e não esqueça: sempre mostre o que foi ouvido e o que será feito. A transparência é uma das formas mais rápidas de melhorar o engajamento dos funcionários .

O papel do RH na construção de vínculos duradouros

O RH pode ser muito mais do que uma área que cuida de regras e processos. Ele pode ser o coração que conecta as pessoas à empresa. É quem cuida do clima, da cultura e das experiências que fazem a equipe querer ficar — e dar o seu melhor.

Então, por onde começar?

Facilitando a vida dos líderes

Forneça materiais simples que ajudam no dia a dia: um roteiro para conversas individuais, dicas de como dar feedback de verdade, um passo a passo para receber bem quem acabou de chegar e até ideias para reconhecer as conquistas do tempo de forma criativa.

Preparando quem está à frente dos tempos

Treinamentos rápidos, práticos e sem enrolação. Coisas como: como ter conversas difíceis sem criar um clima pesado, como definir prioridades e como dar autonomia de forma segura.

Simplificando as

Todo o mundo precisa saber quem decide o quê, quanto tempo leva para aprovar e quais resultados são esperados. Menos mistério, mais claro.

Falando sobre os benefícios de um jeito que engaja

Mostre o que existe, como usar e compartilhe histórias reais de pessoas que aproveitam bem o que a empresa oferece. Isso ajuda a criar identificação.

E para tirar as ideias do papel, um plano rápido funciona bem:

  1. Nos primeiros 30 dias : entender como está o clima, ouça as pessoas, organize as primeiras mudanças e melhore a integração de novos talentos.
  2. Até os 60 dias : teste benefícios mais flexíveis em alguns momentos e crie um momento fixo para consideração boas entregas.
  3. Até os 90 dias : treine os líderes desses tempos, veja o que trabalhou e amplie para o restante da empresa.

Além disso, vale sempre se perguntar: Se eu fosse colaborador aqui, me sentiria com voz, claro e liberdade para escolher? Se a resposta não for “sim”, é hora de ajustar as velas.

Parte 4 – O que evitar: armadilhas que sabotam o engajamento sem você perceber

 

 

Ação pontual que não vira hábito

A empresa organiza um evento incrível, com brindes e discursos inspiradores. No dia seguinte, a rotina volta a ser a mesma: metas inalcançáveis, reuniões sem propósito, líderes distantes. O efeito? Um pico de ânimo que dura poucas horas. Como evitar: toda ação especial precisa deixar pelo menos um hábito novo. Se fez um workshop sobre colaboração, crie um momento fixo nas reuniões para troca de ideias. Pergunta de verificação: O que essa ação vai continuar vivo daqui a 30 dias?

“Discurso bonito” que não encontra prática

A liderança fala em “flexibilidade”, mas mantém controle rígido de horários. Promete “inovação”, mas barra cada ideia diferente. O tempo percebe rápido a incoerência, e perde a confiança. Como evitar: revise promessas e práticas regularmente. Ajuste o que for necessário para que falas e atitudes conformes sejam aprovadas. Pergunta de verificação: Se eu fosse colaborador, acredito que não estou ouvindo?

Escutar e não agir

O RH lança uma pesquisa para entender o clima. As respostas vêm, mas nada é feito. Resultado: menos gente respondendo na próxima vez e sensação de que falar não adianta. Como evitar: transformar feedback em plano de ação com prazos e responsáveis. E comunico o que foi feito, mesmo que a solução seja parcial. Pergunta de verificação: Se eu tiver essa resposta, saberia depois o que foi feito com ela?

Liderança ausente no dia a dia

O líder alguns durante os momentos críticos e só aparece para cobrar resultados. O tempo perde o senso de apoio e segurança. Como evitar: garanta que os líderes apresentem presentes de forma constante, não apenas para resolver problemas, mas também para orientar e considerar boas entregas. Pergunta de verificação: Se alguém do momento tiver um problema amanhã, sabe a quem vai precisar?

FAQ – Dúvidas frequentes sobre como melhorar o engajamento dos funcionários

A saúde mental influencia o engajamento?

Sem dúvida. Como esperar que alguém esteja engajado se estiver sobrecarregado, ansioso ou emocionalmente exausto? Um ambiente saudável começa com segurança psicológica e apoio real. Isso pode incluir desde flexibilizar horários até oferecer programas de acompanhamento. E vale a reflexão: será que hoje minha equipe se sente segura para dizer que está sobrecarregada sem medo de represálias? Cuidar desse ponto é parte essencial para melhorar o engajamento dos funcionários.

Engajamento é responsabilidade do colaborador também?

Sim, mas não sozinho. O engajamento é como uma dança: a empresa cria o ritmo e o colaborador escolhe se quer entrar na música. Cabe à liderança criar um ambiente claro, transparente e motivador, enquanto o colaborador contribui se envolvido, propondo ideias e assumindo responsabilidade pelo próprio papel. E aí, será que sua empresa está tocando uma música que o tempo quer dançar?

Todo benefício engaja?

Não necessariamente. Um benefício que é ótimo para uma pessoa pode ser irrelevante para outra. É por isso que os benefícios flexíveis fazem tanta diferença: eles respeitam diferentes estilos de vida e necessidades. Imagine oferecer vale-academia para quem prefere investir em cursos ou dar desconto em restaurantes para quem está em home office e valorizar mais mercado e delivery. Faz sentido esperar engajamento se o benefício não conversa com a vida real do colaborador? Essa personalização é um dos caminhos mais certos para melhorar o engajamento dos funcionários .

Afinal, como melhorar o engajamento dos funcionários?

Não existe fórmula mágica, mas existem caminhos seguros. Comecemos a olhar para o que realmente importa: cultura consistente, líderes preparados e benefícios que fazem sentido para diferentes perfis. Depois, crie espaços de escuta sinceros, reconheça conquistas no dia a dia e dê autonomia para que as pessoas façam o melhor trabalho possível. Pequenas ações consistentes, quando somadas, geram grandes transformações. E o melhor momento para começar é agora.

Conclusão

Melhorar o engajamento não é sobre grandes discursos ou ações pontuais. É sobre consistência. É sobre criar, dia após dia, um ambiente onde as pessoas queiram estar, se sintam valorizadas e percebam que têm espaço para crescer.

E aqui fica a pergunta: será que, hoje, o seu tempo vê sentido no que faz? Se a resposta não para um “sim” condenado, está na hora de agir.

Com uma cultura coerente, líderes estabelecidos e benefícios que respeitam as diferenças, como melhorar o engajamento dos funcionários deixa de ser um desafio abstrato e vira um conjunto de escolhas práticas. Pequenas mudanças — como sensibilidade de forma sincera, ouvir com atenção e dar autonomia — podem transformar não só o clima, mas também os resultados.

Por isso, não espere a próxima pesquisa de clima para começar. Olhe para os sinais agora, converse com a equipe, ajuste o que for necessário e acompanhe de perto. O engajamento não foi construído em um único dia, mas pode começar no próximo.

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