O vale-alimentação é um benefício que muitas empresas oferecem aos seus colaboradores para auxiliá-los nas despesas com a alimentação. Mas você sabe como é calculado o vale-alimentação? Neste artigo, vamos explicar de que forma é feito esse cálculo, quais são as regras e as diferenças entre os estados brasileiros, e se existe um valor mínimo garantido pela legislação.
Além disso, vamos dar algumas dicas de como contratar o melhor fornecedor de vale-alimentação do mercado. Acompanhe!
Como funciona o vale-alimentação?
O vale-alimentação é um benefício concedido pelas empresas aos seus funcionários para que eles possam comprar alimentos em estabelecimentos credenciados, como supermercados, padarias, açougues etc.
O vale-alimentação é pago em cartão, e embora não seja obrigatório por lei, é regulamentado pelo Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que incentiva as empresas a oferecerem esse benefício aos seus empregados.
Aquelas que aderem ao PAT têm vantagens fiscais, como isenção de encargos sociais sobre o valor do benefício e dedução de até 4% do imposto de renda.
É obrigatório fornecer vale-alimentação aos colaboradores?
Como dissemos, o vale-alimentação não é um direito garantido por lei, mas pode ser uma obrigação da empresa se o benefício estiver previsto em convenção ou acordo coletivo de trabalho de uma categoria profissional.
Nesse caso, a empresa deve seguir as normas estabelecidas pelo respectivo sindicato, como o valor e a periodicidade do pagamento do benefício.
Além disso, uma vez que a empresa ofereça o vale-alimentação aos seus funcionários, ela não poderá retirá-lo ou reduzi-lo sem uma justificativa plausível, pois isso pode configurar alteração contratual lesiva ao trabalhador.
Saiba mais: Vale-alimentação é obrigatório? Veja o que diz a legislação
Como é calculado o vale-alimentação? Veja o passo a passo

O cálculo do vale-alimentação depende de alguns fatores, como o número de dias trabalhados no mês, o valor unitário do benefício e a participação do empregado no custeio.
Veja como fazer o cálculo seguindo os passos abaixo:
- Multiplique o número de dias trabalhados no mês pelo valor unitário do vale-alimentação. Se o funcionário trabalha 22 dias e recebe de vale-alimentação R$ 20 diários, o resultado será R$ 440 (R$ 20 x 22);
- Caso haja desconto (já que a empresa pode escolher não fazê-lo), subtraia desse total a participação do colaborador. Ela pode alcançar, no máximo, 20% do valor do benefício, de acordo com o PAT. Assim, se o funcionário contribui com 10% do valor do vale-alimentação, ele deverá pagar R$ 44 (10% de R$ 440);
- O resultado será o valor líquido do vale-alimentação que o funcionário irá receber. No exemplo acima, será R$ 396 (R$ 440 – R$ 44).
O valor pode mudar de acordo com o estado de atuação da empresa?
O valor do vale-alimentação pode variar de acordo com o estado onde a empresa está localizada ou onde o funcionário presta serviços.
Isso porque cada localidade pode ter uma convenção ou acordo coletivo de trabalho diferente, que estipula um valor mínimo ou máximo para o benefício. Portanto, é importante consultar o sindicato da categoria para saber qual é o valor vigente no estado.
Caso não haja diretriz estabelecida, pode-se usar como base o valor médio do benefício praticado na localidade em que o colaborador atua. Para consultá-lo, Acesse a Pesquisa + Valor!, criada pela Associação Brasileira das Empresas de Benefício ao Trabalhador (ABBT) e disponível no site da Ticket.
Existe um valor mínimo que deve estar disponível de acordo com a legislação?
Não existe um valor mínimo nacional para o vale-alimentação, mas sim um valor médio que pode servir como referência para empresas e negociações coletivas.
Esse valor médio é calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), com base na cesta básica nacional.
Como contratar o melhor fornecedor de vale-alimentação do mercado?

Na hora de contratar um fornecedor de vale-alimentação, é importante avaliar alguns critérios, como:
- A abrangência da rede credenciada, que deve oferecer opções variadas e próximas aos locais de trabalho e residência dos funcionários;
- A facilidade no uso e na recarga do cartão, que deve ser prático e seguro;
- O atendimento ao cliente, que precisa ser ágil e eficiente;
- O custo-benefício, que tem de ser compatível com o orçamento da empresa e com as necessidades dos funcionários.
A melhor opção de fornecedor de vale-alimentação é a Ticket, que oferece soluções personalizadas para cada empresa, com vantagens como:
- Benefícios 100% alinhados ao PAT, com isenção de encargos sociais como INSS e FGTS;
- Facilidade na contratação, pois não é necessária a abertura de contas. A implementação é ágil e permite que seus colaboradores usem o benefício rapidamente;
- Gestão otimizada por meio de centrais de atendimento exclusivas e opção de autoatendimento pelo site da Ticket;
- Suporte 100% disponível na hora que precisar, de qualquer lugar;
- Facilidade nos serviços de autoatendimento no próprio app, com consulta de saldo e extrato, desbloqueio de cartão, troca de senha, solicitação de segunda via etc.
Saiba mais: Qual empresa tem o melhor vale-alimentação? Veja a resposta
Conclusão
Entender como é calculado o vale-alimentação é essencial para garantir que os colaboradores recebam um benefício justo e adequado às suas necessidades.
Embora haja variações regionais e legais a serem consideradas, o vale-alimentação é um dos benefícios mais valorizados pelos funcionários.
Portanto, ao criar políticas de benefícios em sua empresa, é importante buscar equilíbrio entre as necessidades dos colaboradores e os recursos disponíveis. O vale-alimentação é, sem dúvida, um investimento vitorioso em qualquer situação.
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