*Por Martha Marques Nogueira
Quando um colaborador pode escolher seus próprios benefícios, o que essa liberdade representa? Mais satisfação. E se benefícios flexíveis como estratégia de retenção estão em alta nas conversas de RH, é porque eles certamente tocam nesse ponto.
Os dados comprovam. A pesquisa Benefícios 2024 da Robert Half, uma das maiores consultorias globais de recrutamento e gestão de talentos, traz números que chamam atenção. Ela aponta que oito em cada dez profissionais gostariam de escolher seus benefícios. No entanto, só 15% têm essa possibilidade. Ou seja, há um descompasso claro entre o que as pessoas desejam e, no final das contas, o que recebem. Por isso mesmo, a pergunta que fica é: o RH está preparado para encurtar essa distância?
Em resumo, este conteúdo é um convite para refletir e agir. Por isso, continue a leitura e descubra como os benefícios podem se tornar um aliado real na retenção de talentos.
Se oito em cada dez profissionais querem escolher seus benefícios, por que tão poucos conseguem? Como vimos, a pesquisa Benefícios 2024 da Robert Half mostrou que apenas 15% têm essa possibilidade. Esse dado, portanto, abre uma reflexão importante: será que existe um pacote único capaz de atender a todos?
Saiba mais! Flex é tendência: aprenda a montar um pacote de benefícios flexíveis para funcionários
Para responder, vamos pensar juntos. As equipes são formadas por perfis muito diferentes. Há, por exemplo, quem esteja começando a carreira e priorize benefícios ligados à educação. No entanto, outros, em uma fase mais madura, valorizam bem-estar ou saúde da família. Além disso, há as diferenças regionais, de estilo de vida e até mesmo de rotina. Assim, o que faz sentido para quem trabalha presencialmente não é, necessariamente, o ideal para quem atua de forma híbrida ou até mesmo remota.
Além disso, criar políticas separadas para cada grupo seria inviável para a maioria das empresas. No entanto, ignorar essas diferenças significa correr o risco de perder talentos que não se sentem contemplados. É justamente nesse dilema que os benefícios flexíveis entram como estratégia de retenção se destacam.
Desse modo, oferecer um cartão multibenefícios, que concentra tudo em um só lugar e, além disso, garante gestão unificada para o RH, se apresenta como o melhor dos mundos. De um lado, simplicidade na administração. De outro, liberdade real de escolha para cada colaborador.
Quanto custa perder um talento? Não estamos falando apenas de rescisão, mas de tempo gasto em recrutamento, treinamento e adaptação de quem chega. Pesquisas de mercado mostram que o turnover pode custar até o dobro do salário anual de um colaborador. Nesse cenário, todo recurso que ajuda a manter as pessoas certas faz diferença, e os benefícios flexíveis como estratégia de retenção entram como aliado de peso.
Para os gestores, a lógica é simples: quando a empresa oferece liberdade de escolha, potencializa o pacote de benefícios. O retorno vem em engajamento, redução de saídas inesperadas e até melhora no employer branding, já que profissionais satisfeitos tendem a compartilhar suas experiências positivas.
Outro ponto importante é a previsibilidade. Com uma gestão unificada, o RH consegue acompanhar de perto os custos, medir uso e até identificar padrões de consumo dos colaboradores. Isso significa mais controle financeiro e mais dados para orientar decisões futuras.
Em resumo: empresas que já apostam em flexibilidade transformam essa prática em diferencial competitivo real.
Depois de olhar para os custos de turnover e a importância de oferecer liberdade de escolha, fica a pergunta: como colocar isso em prática sem complicar a gestão do RH? A resposta está no novo cartão multibenefícios da Ticket.
Ele reúne em um só produto diferentes categorias, como Alimentação, Restaurante, Educação, Home Office e Bem-estar, sempre com saldos separados para atender às regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Para o colaborador, é a chance de usar o benefício exatamente onde faz sentido em cada momento da vida. Para a empresa, é gestão simplificada: um cartão, uma plataforma digital e total controle dos custos.
Outro diferencial é a capilaridade da rede Ticket. São mais de 720 mil estabelecimentos credenciados em todo o Brasil, com aceitação em apps de delivery e integração digital completa. Ou seja, não importa se a pessoa está no escritório, em casa ou viajando: sempre haverá um ponto de aceitação por perto.
Com essa solução, o RH não precisa escolher entre personalizar ou simplificar. O cartão multibenefícios da Ticket faz as duas coisas ao mesmo tempo — entrega flexibilidade para o colaborador e eficiência para a gestão.
Na teoria, os benefícios flexíveis como estratégia de retenção já fazem sentido. Mas como isso aparece no dia a dia das empresas? Veja alguns exemplos que mostram situações comuns, como o cartão multibenefícios da Ticket pode ser usado e os resultados que aparecem na prática:
Situação: Equipes em diferentes faixas etárias.
Exemplo: Profissionais mais jovens usam o cartão para investir em cursos online, enquanto colaboradores mais experientes priorizam alimentação e bem-estar.
Resultado: O pacote de benefícios se adapta a diferentes fases da vida sem que o RH precise criar políticas separadas.
Situação: Empresa com modelo híbrido.
Exemplo: Quem está no escritório usa o saldo em restaurantes próximos. Quem trabalha de casa utiliza no mercado ou em apps de delivery.
Resultado: Todos se sentem atendidos, independentemente de onde estejam, e a empresa mantém regras unificadas de gestão.
Situação: Custos de turnover altos.
Exemplo: A companhia implementa o cartão multibenefícios e dá liberdade para escolhas pessoais, reduzindo insatisfação.
Resultado: Queda na rotatividade e mais previsibilidade no orçamento de RH.
Situação: Disputa por talentos em áreas estratégicas.
Exemplo: A flexibilidade nos benefícios se torna argumento forte no recrutamento.
Resultado: A empresa conquista vantagem competitiva e melhora seu employer branding.
É oferecer pacotes que permitem ao colaborador escolher onde e como usar o benefício. Em vez de um modelo único, a empresa dá liberdade para que cada pessoa adapte o uso às suas necessidades. Essa flexibilidade mostra respeito pelas diferenças e ajuda a reduzir a rotatividade, já que os colaboradores se sentem mais valorizados.
Porque representam um investimento direto em engajamento e permanência. Segundo a pesquisa Benefícios 2024 da Robert Half, 80% dos profissionais querem escolher seus benefícios, mas só 15% têm essa chance. O RH que ignora essa expectativa corre o risco de perder talentos para concorrentes que oferecem mais liberdade.
O cartão reúne diferentes categorias, como Alimentação, Restaurante, Educação, Home Office e Bem-estar, em um único produto. Os saldos são separados para cumprir as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), e o colaborador decide como usar em cada momento. Para o RH, a gestão é centralizada em uma plataforma digital, garantindo previsibilidade, relatórios completos e controle de custos.
Sim, a Ticket tem mais de 720 mil estabelecimentos credenciados em todo o Brasil, além de aceitação em apps de delivery. Isso significa que o colaborador encontra opções próximas de casa, do trabalho ou até quando está em viagem.
Não. Com o novo cartão multibenefícios da Ticket, o processo é simples. O RH não precisa criar políticas diferentes para cada perfil de colaborador. Tudo é administrado em um só lugar, com a segurança de uma marca que tem décadas de experiência no mercado e suporte próximo para empresas e usuários.
Sim. Os saldos de Alimentação e Restaurante respeitam as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador, garantindo segurança jurídica e acesso às vantagens fiscais quando aplicáveis.
Os números já mostraram: existe uma grande oportunidade de aumentar a satisfação dos colaboradores oferecendo aquilo que eles realmente buscam. E é nesse espaço que os benefícios flexíveis como estratégia de retenção ganham força. Quando o RH oferece liberdade de escolha, transmite respeito, aumenta a satisfação e reduz as chances de perder talentos valiosos.
O novo cartão multibenefícios da Ticket surge justamente para simplificar esse processo. Ele garante praticidade na gestão, atende diferentes perfis de colaboradores e mantém a empresa em conformidade com o PAT. Ou seja, resolve a equação que parecia impossível: personalizar sem complicar.
Se a sua empresa busca reter talentos de forma inteligente e competitiva, esse é o momento de colocar a flexibilidade no centro da sua política de benefícios. E a Ticket pode ser sua parceira nessa transformação.
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*Martha Marques Nogueira é jornalista e criadora de conteúdo há 20 anos. Para a Ticket, escreve sobre benefícios corporativos e o complexo e apaixonante mundo das relações de trabalho.
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