O passo a passo que todo RH deveria usar hoje pra reter talentos. 

valor para o vale-refeição
11 de March de 2026

Valor para o vale-refeição: quanto oferecer? Qual o valor ideal?

Definir o valor para o vale-refeição exige mais cuidado do que muita gente imagina. A empresa precisa equilibrar orçamento, mercado, expectativas da equipe e impacto direto na experiência diária de quem trabalha.

Cada real faz diferença, já que o benefício sustenta uma necessidade básica e afeta como o colaborador enfrenta a rotina. Um estudo da Tendências Consultoria, publicado na revista Economy & Law, aponta que a média mensal do vale-refeição no Brasil é de R$ 494,83.

Esse número não é regra, pois não há um valor mínimo. Porém, serve como referência para entender o cenário nacional, avaliar as práticas dos concorrentes e ajustar o benefício à realidade econômica da região.

Ao mesmo tempo, os preços das refeições variam entre capitais e regiões. Como verá neste conteúdo, a Pesquisa Mais Valor de 2024 detalha o custo médio no país. Ou seja, o valor ideal do vale-refeição depende muito da localidade da empresa.

Continue a leitura e descubra como avaliar e definir quanto oferecer de vale-refeição aos seus colaboradores.

Principais aprendizados deste artigo:

  • Não há um valor mínimo para o vale-refeição, pois a legislação não define base obrigatória e cada empresa ajusta o benefício conforme orçamento, região e acordos coletivos.
  • O valor ideal do vale-refeição depende do custo real das refeições na cidade, da estratégia de atração e retenção e da capacidade financeira da empresa.
  • Para calcular quanto oferecer de vale-refeição, mapeie pre
  •  
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  • ços locais, defina quantas refeições o benefício cobrirá, analise as jornadas, projete o custo mensal por colaborador e compare com referências de mercado.
  • Para oferecer um ticket refeição e alimentação em um único cartão, utilize soluções como Ticket Flex ou saldo dinâmico.
  • Para contratar a Ticket, preencha o formulário digital, informe os dados da empresa, confirme autorizações, gere o contrato e ative a rede credenciada.

O que é o vale-refeição?

É um benefício trabalhista que concede saldo mensal destinado à compra de refeições prontas em restaurantes ou lanchonetes durante a jornada de trabalho. A empresa oferece esse recurso para apoiar a alimentação do colaborador e reforçar condições adequadas de produtividade ao longo do expediente profissional.

A Lei nº 6.321/1976 criou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) e estabelece critérios que orientam as empresas na oferta do vale-refeição. Essa norma define incentivos fiscais e parâmetros de gestão que estruturam a concessão do benefício, com foco na saúde e qualidade das condições de trabalho.

Em geral, o trabalhador pode usar o ticket em:

  • restaurantes comerciais;
  • lanchonetes;
  • padarias;
  • cafeterias;
  • bares que servem refeições;
  • redes de fast-food;
  • praças de alimentação;
  • mercados com área de refeições prontas;
  • estabelecimentos cadastrados nas bandeiras do cartão.

Qual é o valor mínimo do vale-refeição?

A legislação brasileira não fixa uma quantia base para o benefício. Cada empresa define o montante conforme o orçamento, convenções coletivas e política interna. O valor precisa cobrir refeições compatíveis com o custo da região e manter equilíbrio adequado para apoiar a rotina diária do trabalhador em atividade.

Como fazer o cálculo do vale-refeição? Quanto oferecer por dia?

As empresas podem oferecer um valor para o vale-refeição diário alinhado ao custo médio das refeições locais. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o preço médio de uma refeição é de R$ 59,67 por dia. No entanto, esse montante também pode variar conforme setor, porte e política interna.

Quer saber o valor médio das refeições e da sua região? Confira a pesquisa Mais Valor e descubra qual o preço médio para oferecer um benefício mais competitivo aos seus colaboradores.

Se a intenção é entender quanto oferecer por dia, o panorama abaixo resume as médias praticadas nas principais capitais analisadas pelo estudo:

  • Aracaju (SE): R$ 46,50 /dia;
  • Belém (PA): R$ 41,41 /dia;
  • Belo Horizonte (MG): R$ 37,63 /dia;
  • Brasília (DF): R$ 47,16 /dia;
  • Campo Grande (MS): R$ 53,24 /dia;
  • Cuiabá (MT): R$ 46,40 /dia;
  • Curitiba (PR): R$ 47,86 /dia;
  • Florianópolis (SC): R$ 62,54 /dia;
  • Fortaleza (CE): R$ 42,38 /dia;
  • Goiânia (GO): R$ 37,18 /dia;
  • João Pessoa (PB): R$ 49,86 /dia;
  • Maceió (AL): R$ 54,32 /dia;
  • Manaus (AM): R$ 46,28 /dia;
  • Natal (RN): R$ 56,18 /dia;
  • Palmas (TO): R$ 51,39 /dia;
  • Porto Alegre (RS): R$ 44,43 /dia;
  • Recife (PE): R$ 55,13 /dia;
  • Rio de Janeiro (RJ): R$ 60,46 /dia;
  • Salvador (BA): R$ 53,37 /dia;
  • São Luís (MA): R$ 45,94 /dia;
  • São Paulo (SP): R$ 59,67 /dia;
  • Teresina (PI): R$ 36,46 /dia;
  • Vitória (ES): R$ 54,67 /dia.

Como calcular o valor ideal do vale-refeição para sua empresa?

O cálculo do vale-refeição exige definição do objetivo, levantamento de preços locais, análise das jornadas de trabalho e cálculo do custo mensal alinhado à capacidade financeira da empresa. Esse processo se fortalece quando você compara referências do setor e valida a quantia final com dados internos.

Veja abaixo o passo a passo para chegar ao valor ideal do vale-refeição!

1. Defina o objetivo do benefício

O primeiro passo é decidir o motivo para oferecer o ticket refeição: atração e retenção de talentos, melhora do clima interno ou alinhamento com políticas de bem-estar. Quando você define esse propósito, cada número no cálculo passa a ter um motivo claro.

Transforme esse objetivo em algo mensurável. Por exemplo: reduzir pedidos de aumento ligados à alimentação, melhorar a nota de satisfação dos colaboradores ou se posicionar na média superior do mercado do seu setor.

2. Mapeie o custo real das refeições na região

Saia do achismo e levante preços reais. Escolha restaurantes, buffets por quilo, lanchonetes e delivery em um raio onde os colaboradores realmente costumam almoçar. Converse com a equipe para descobrir locais mais frequentados e inclua essas informações no levantamento.

Depois, calcule o valor médio da refeição. Some as quantias coletadas e divida pela quantidade de estabelecimentos, separando por tipo de refeição (prato feito, quilo ou self-service), se fizer sentido.

Se sua cidade estiver na pesquisa Mais Valor que mencionamos, esse pode ser um bom ponto de partida.

3. Defina quantas refeições por dia o vale deve cobrir

Decida se o valor do vale-refeição cobrirá somente o almoço ou também o jantar para quem trabalha em turnos estendidos. Empresas com turnos noturnos e plantões longos podem incluir mais de uma refeição no benefício.

Assim, você sabe se deve multiplicar o valor médio por uma, duas ou mais refeições por dia. Essa decisão altera o custo total do benefício e precisa se alinhar com a realidade da operação.

4. Analise jornadas e regimes de trabalho

Verifique a escala de trabalho padrão da empresa e quantos dias úteis o colaborador trabalha por mês. Em muitos casos, a média varia entre 21 e 22 dias, dependendo dos finais de semana e feriados.

Considere também escalas específicas, como 12×36, meio período ou modelos híbridos. Cada regime de trabalho pode receber um desenho diferente de benefício, sempre proporcional à exposição diária à necessidade de refeição.

5. Calcule o custo mensal por colaborador

Agora, aplique a fórmula: preço médio da refeição x número de refeições por dia x número de dias úteis. Esse cálculo determina o valor ideal do vale-refeição por colaborador.

Crie três cenários: um conservador (baseado na média mais baixa de preço), um intermediário (média geral) e um otimista (média mais alta). Tais cenários ajudam a visualizar o impacto de escolhas mais ou menos generosas.

6. Compare o custo projetado com a situação financeira da empresa

Leve esse valor mensal para a planilha de custos da empresa e veja o quanto representa na folha de pagamento. Analise o impacto no fluxo de caixa e no orçamento anual, não apenas no mês corrente.

Observe a margem que o negócio precisa para se manter saudável. Então, ajuste o valor do benefício até encontrar um ponto de equilíbrio entre competitividade e segurança financeira.

7. Pesquise referências do setor

Busque referências em sindicatos, associações empresariais, consultorias de RH e pesquisas salariais do seu segmento. Verifique os valores para o vale-refeição oferecidos por empresas de porte semelhante e que atuem na mesma região.

Monte um intervalo de referência com piso, média e teto do mercado. Em seguida, compare seu cálculo interno com esses números para entender se a empresa se posiciona como básica, competitiva ou premium em benefício de alimentação.

8. Valide o valor com dados internos

Converse com colaboradores e líderes para entender quanto cada pessoa gasta, de fato, em refeições. Use pesquisas simples e anônimas para evitar distorções.

Compare esses dados internos com o mapeamento de mercado. Quando os valores convergem, você ganha confiança na base de cálculo.

9. Escolha o valor do vale-refeição

Com dados de custo, referências de mercado e projeções financeiras em mãos, escolha um valor que equilibre atratividade e sustentabilidade. A decisão final deve apoiar simultaneamente a gestão estratégica de pessoas e a financeira.

Registre os critérios usados nessa definição para explicar a decisão à diretoria, ao RH e aos colaboradores, além de criar uma base para futuras revisões.

Quanto oferecer de vale-refeição para atração e retenção de talentos?

Os profissionais mais qualificados costumam considerar o ticket restaurante como parte direta da proposta da empresa. Não à toa, é o benefício mais oferecido atualmente, segundo pesquisa da Robert Half. Você pode aumentar a força desse recurso ao:

  • oferecer um valor que cubra integralmente uma refeição típica na região.
  • posicionar a empresa acima da mediana do mercado-alvo;
  • ajustar a quantia para cargos mais disputados.
  • reavaliar anualmente com base na inflação alimentar e concorrência.

O valor para o vale-refeição pode acumular?

Depende da política de cada empresa e do que está previsto no contrato com a operadora do cartão. Em tese, o saldo do vale-refeição pode acumular. Desse modo, se o funcionário não utilizar todo o saldo do seu cartão em determinado mês, poderá usá-lo nos meses seguintes.

Há, no entanto, algumas empresas que estabelecem um limite máximo para o acúmulo de saldo do ticket restaurante, podendo ser um percentual ou uma quantia fixa.

Por exemplo: se a empresa determina que o limite de acúmulo seja 20% do valor mensal do benefício, o funcionário que recebe R$600 por mês poderá acumular até R$ 720 em seu cartão. Se ultrapassar esse limite, perderá o excedente.

Outras empresas podem não impor limites para o acúmulo do saldo do auxílio e permitem que o funcionário utilize o benefício da forma que preferir.

Quais são os benefícios do vale-refeição para empresas?

Valores adequados para o ticket restaurante trazem diversas vantagens para a empresa, como:

  • mais facilidade em atrair bons candidatos;
  • menos solicitações de saída da equipe;
  • mais foco e energia no dia a dia;
  • melhora no bem-estar e na alimentação;
  • relações internas mais positivas;
  • previsibilidade no planejamento financeiro;
  • imagem mais forte no mercado (employer branding);
  • permite vantagens tributárias com a dedução fiscal do PAT.

Este último benefício do vale-refeição para empresas merece ainda mais atenção!

Como funciona a dedução fiscal do PAT do vale-refeição?

O incentivo fiscal do PAT permite que empresas no regime de lucro real abatam até 4% do IRPJ com base nos valores do vale-refeição. O benefício não integra salário, portanto não gera encargos como FGTS e INSS, o que reduz custos para a empresa envolvida.

Além desse abatimento, o PAT assegura isenção de encargos sociais sobre o benefício, pois a verba de alimentação não possui natureza salarial. A empresa também pode descontar até 20% do valor do benefício no salário do colaborador, o que reforça o controle financeiro sem comprometer as regras do programa.

Saiba mais: quais são os benefícios do PAT para empresas e funcionários?

Como criar campanhas internas para o uso consciente do vale-refeição?

Ajustar o valor ideal do vale-refeição oferece uma oportunidade única para sua empresa. É possível criar campanhas internas, como sessões de educação financeira, desafios de bem-estar e dias temáticos de alimentação. Assim, promove-se o bem-estar dos colaboradores e fortalece-se o senso de comunidade na organização.

Confira alguns exemplos de como criar campanhas eficazes!

Sessões de educação financeira

Realize sessões de educação financeira para os colaboradores, abordando temas como planejamento financeiro, orçamento e o uso eficaz do vale-refeição para uma alimentação equilibrada e econômica.

Desafios de bem-estar

Crie desafios de bem-estar que incentivem os colaboradores a adotarem hábitos saudáveis, como caminhar durante o horário de almoço ou experimentar refeições equilibradas. Os participantes podem acumular pontos ao longo do desafio e trocá-los por benefícios alimentares extras.

Dias temáticos de alimentação

Organize dias temáticos de alimentação, nos quais os colaboradores podem consumir refeições de diferentes tipos de culinária. Esses eventos podem ser uma oportunidade para promover a diversidade cultural e educar a equipe sobre escolhas alimentares conscientes.

Como usar o benefício corretamente

Reforce que este ticket existe exclusivamente para o consumo de refeições prontas. Oriente o time a utilizar o benefício apenas em restaurantes, lanchonetes, padarias ou estabelecimentos que ofereçam refeições preparadas na hora.

Ao criar campanhas internas de engajamento em torno do uso consciente do vale-refeição, as empresas podem promover um ambiente de trabalho mais saudável e motivador.

Qual a diferença entre vale-refeição e vale-alimentação?

A principal diferença está nos tipos de estabelecimentos onde os trabalhadores utilizam cada benefício alimentar. O ticket refeição permite a compra de refeições prontas em restaurantes, lanchonetes e padarias, enquanto o ticket alimentação é destinado exclusivamente à aquisição de itens em supermercados para preparo em casa ou no trabalho.

O vale-refeição atende rotinas em que o colaborador faz suas refeições fora durante o expediente. Esse benefício facilita o almoço diário e faz mais sentido para equipes presenciais ou híbridas que trabalham próximas a centros comerciais.

Já o vale-alimentação funciona melhor para quem prepara refeições em casa. Esse formato atende bem profissionais em home office ou trabalhadores que preferem cozinhar suas refeições semanalmente.

Assim como não há um valor mínimo para o vale-refeição, o ticket alimentação também segue a mesma lógica. Cada empresa define o valor com base no custo médio da região, no orçamento disponível e nas necessidades reais da equipe.

Entenda em detalhes: quais são as diferenças entre o vale-alimentação e o refeição?

É possível oferecer o valor para o vale-refeição e alimentação em um único cartão?

Sim, é possível oferecer os valores no mesmo cartão para facilitar a gestão dos benefícios corporativos, com soluções como o Ticket Flex e o Ticket com saldo dinâmico. O colaborador pode usar apenas um cartão, e o sistema reconhece automaticamente se a compra é em restaurante ou supermercado.

Na prática, essa vantagem reduz a burocracia do RH, elimina a necessidade de distribuir vários cartões e torna a experiência do colaborador muito mais fluida. A empresa escolhe como deseja configurar o benefício (valores separados, saldo único ou categorias definidas) e o cartão funciona de forma inteligente.

O Ticket Flex combina refeição + alimentação em um saldo único para que o colaborador ajuste conforme a rotina do mês. Já a opção com saldo dinâmico também aceita as duas categorias no mesmo cartão e direciona automaticamente para o tipo correto de estabelecimento.

Mas, afinal, como contratar o Ticket Refeição, Alimentação ou Flex? Veja a seguir como é bem fácil!

Como contratar o Ticket Refeição?

Para contratar a Ticket para sua empresa, siga um passo a passo simples e 100% digital:

  1. Acesse o formulário de contratação.
  2. Preencha os dados da empresa (CNPJ, nome do contato, e-mail e telefone).
  3. Cadastre o endereço completo.
  4. Inclua os dados complementares, como CPF do usuário do portal Ticket e e-mail para nota fiscal.
  5. Confirme autorizações, aceite os Termos da Ticket e gere o contrato.
  6. Finalize e aproveite a rede credenciada ampla para uso imediato do benefício.

Se preferir, você também pode contratar a Ticket pelo WhatsApp ou pela central de atendimento. Todo o suporte é digital, e você recebe orientações passo a passo até concluir o credenciamento.

👉 Contrate o Ticket Refeição e ofereça o valor ideal de benefício aos seus colaboradores, com vantagens fiscais, gestão simplificada e a maior rede credenciada do país.

FAQ – Perguntas frequentes sobre valor do vale-refeição

Quem trabalha 8 horas por dia tem direito ao vale-refeição?

Quem trabalha oito horas por dia costuma ter direito ao vale-refeição quando a empresa adere ao PAT e não oferece alimentação diretamente. Esse benefício compensa a jornada integral e garante condições mínimas para que o trabalhador possa manter níveis de energia adequados durante todo o expediente.

Qual o valor do vale-refeição por dia que o colaborador deve receber?

A CLT não determina qual o valor do vale-refeição por dia. Essa decisão fica a cargo da empresa e depende de vários fatores, como o porte da companhia, o setor em que atua, a região geográfica em que está inserida, o acordo coletivo da categoria e a política da organização.

O vale-refeição é descontado no contracheque?

Sim, o vale-refeição pode ser descontado no contracheque do colaborador, desde que a empresa cumpra as regras estabelecidas pela CLT e por acordos coletivos. O desconto não deve ultrapassar 20% do valor total do benefício para que o seu caráter de auxílio não seja descaracterizado.

A empresa pode descontar o vale-refeição se o colaborador apresentar atestado médico?

Sim, caso não haja cláusula em contrário no acordo coletivo. A empresa pode descontar o valor correspondente ao tempo de afastamento, mesmo mediante apresentação de atestado médico. Como o vale-refeição é oferecido para utilização durante o expediente, se o colaborador não estiver trabalhando, não é necessário recebê-lo.

O que o colaborador pode comprar com o vale-refeição?

Com o vale-refeição, o trabalhador pode adquirir uma variedade de alimentos e refeições para atender às suas necessidades diárias. É possível utilizar o benefício em restaurantes, lanchonetes, cafeterias, padarias e outros estabelecimentos que forneçam refeições prontas para consumo, desde que façam parte da rede credenciada.

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