Oferecer um plano de benefícios é uma estratégia valiosa para empresas que desejam atrair e reter talentos, ao mesmo tempo em que promovem o bem-estar e a satisfação dos colaboradores.
Em uma pesquisa da Robert Half, realizada com 1.150 profissionais, 53% afirmam que o pacote de benefícios influencia diretamente sua permanência na empresa. Além disso, metade dos entrevistados em busca de uma vaga considera os auxílios um fator essencial na avaliação de propostas de emprego.
Ou seja, um plano bem estruturado e alinhado às expectativas dos colaboradores contribui para uma maior retenção de talentos e fortalece a imagem da empresa no mercado.
Neste artigo, explicamos a importância de contar com um pacote de auxílios sólido, o passo a passo para montar um plano eficaz, as vantagens para as empresas e como escolher o melhor parceiro para a implementação.
Continue a leitura e confira!
Um plano de benefícios é um conjunto de vantagens e incentivos oferecidos pelas empresas aos seus colaboradores, além do salário-base. A variedade e a quantidade de bens ou serviços oferecidos podem variar conforme a política da companhia, o orçamento disponível e as necessidades dos funcionários.
A criação do plano visa melhorar a qualidade de vida do colaborador tanto dentro quanto fora da empresa. Em outras palavras, trata-se de um conjunto de iniciativas e serviços voltados para promover o bem-estar dos profissionais.
Vale-refeição, plano de saúde, assistência odontológica, seguro de vida e bônus são alguns exemplos de benefícios financeiros e de saúde mais relevantes.
No entanto, gestores de RH e empresários podem ir além, estruturando um plano que realmente atenda às principais necessidades de suas equipes.
Segundo a pesquisa da Robert Half, 76% dos entrevistados desejam mudanças nos benefícios oferecidos, o que evidencia a importância da personalização na gestão de pessoas.
Leia também: Cartão de benefícios: entenda as vantagens e como implementar
Os planos de benefícios variam em três aspectos: o número de colaboradores atendidos, o orçamento disponível e os critérios de reajuste aplicados. Empresas maiores conseguem condições comerciais mais flexíveis e abrangentes, enquanto PMEs geralmente recebem opções mais padronizadas, com custos e regras de contratação adaptados ao seu porte.
Além disso, organizações maiores atendem a um maior volume de pessoas e, proporcionalmente, também dispõem de um orçamento mais robusto, o que amplia as possibilidades de diversificar os auxílios.
O maior poder de barganha das grandes corporações facilita a negociação de reajustes. Dependendo do serviço, é possível negociar valores por colaborador, por exemplo.
Já as PMEs precisam de soluções otimizadas que se ajustem ao orçamento. Por isso, é comum optarem por pacotes pré-formatados, que reúnem benefícios atrativos e úteis para seus colaboradores.
Geralmente, a política de reajuste de valores é anual, o que contribui para o equilíbrio financeiro e garante maior previsibilidade de custos, critérios essenciais para as PMEs.
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Agora que você sabe qual é o objetivo de oferecer auxílios corporativos e sua importância na gestão de pessoas, o próximo passo é aprender como montar um plano de benefícios eficaz.
Para montar um pacote de benefícios, considere tanto as necessidades dos funcionários quanto as possibilidades financeiras da organização. A implementação de uma política eficaz é um passo fundamental para garantir a satisfação e o engajamento dos colaboradores, fatores que contribuem para o crescimento do negócio.
Veja a seguir o passo a passo para montar um plano de benefícios eficiente para sua empresa.
O primeiro passo é realizar pesquisas internas, entrevistas e enquetes a fim de identificar quais auxílios são mais valorizados e desejados pela equipe.
Segundo a 31ª Pesquisa de Benefícios Corporativos da Mercer Marsh, a estrutura dos pacotes de benefícios geralmente inclui:
Verifique se esses itens refletem a realidade do seu time ou se existem outras áreas de interesse que merecem atenção.
Estabeleça um orçamento equilibrado, capaz de oferecer auxílios atrativos aos colaboradores sem comprometer a sustentabilidade econômica. Assim, o plano acompanha as projeções financeiras do negócio.
Além disso, priorize parceiros que ofereçam um bom custo-benefício e permitam ampliar os serviços conforme o orçamento cresça.
Com o orçamento definido, selecione os benefícios oferecidos. Priorize aqueles que atendam às necessidades identificadas na pesquisa interna, sem esquecer dos itens obrigatórios por lei.
Os benefícios devem ser relevantes, fáceis de usar e acessíveis. Por isso, contar com fornecedores que disponham de uma ampla rede de parceiros é essencial para facilitar o dia a dia dos colaboradores.
Dar ao colaborador liberdade para decidir como usar o valor disponível é um diferencial que aumenta a adesão ao plano.
O saldo dinâmico permite que o RH estabeleça parâmetros, como valores mínimos para alimentação e restaurante, enquanto o colaborador administra os créditos de acordo com suas preferências.
Outro passo essencial é garantir que todos entendam claramente quais auxílios fazem parte da política, como funcionam, quem tem direito e quais são os prazos de utilização.
Apresentações coletivas ou por setor, conduzidas pelos gestores, ajudam a esclarecer dúvidas e alinhar as informações de forma simples e acessível.
Estimule o uso dos benefícios mostrando de forma prática como impactam positivamente a vida pessoal e profissional. Uma boa ideia é organizar uma apresentação interna curta sobre cada auxílio.
Por exemplo, se o pacote inclui um vale-alimentação, explique como ativar, consultar saldo e usar o recurso em estabelecimentos parceiros.
O monitoramento é fundamental para avaliar a efetividade do plano. Acompanhe periodicamente o nível de utilização e a satisfação da equipe.
Além disso, mantenha um canal aberto para receber feedbacks e sugestões, o que ajuda a ajustar a política sempre que necessário e coletar ideias para benefícios futuros.
⚠️Importante: este passo a passo mostra como montar um plano de benefícios opcionais atrativo, que pode ser um grande diferencial na gestão de pessoas da sua empresa. No entanto, é fundamental lembrar que existem auxílios obrigatórios previstos em lei que toda empresa deve oferecer.
Os profissionais contratados pela CLT recebem vale-transporte, 13º salário e FGTS, que não são considerados benefícios por serem itens obrigatórios da lei trabalhista. Já os benefícios opcionais, voltados ao bem-estar e à retenção, incluem plano de saúde, vale-refeição, auxílio-educação e programas de apoio ao colaborador.
Os exemplos de plano de benefícios do mercado combinam ambos em diferentes formatos e variedades.
A CLT estabelece que todo funcionário contratado formalmente por uma empresa tem direito a:
Os benefícios opcionais incluídos no pacote da empresa complementam a remuneração e aumentam o engajamento da equipe. Entre os mais comuns estão:
Leia também: Benefícios para funcionários: conheça os tipos e entenda a importância
A implementação de um pacote de benefícios gera uma série de vantagens significativas para as empresas, como atração e retenção de talentos, maior engajamento e motivação da equipe, melhora do clima organizacional, fortalecimento da imagem da empresa, aumento da produtividade e valorização do employer branding.
Em longo prazo, esses fatores impulsionam o crescimento sustentável do negócio. Vamos detalhar cada uma dessas vantagens.
Um conjunto de benefícios sólido e bem estruturado é um diferencial importante na atração de profissionais qualificados. Candidatos em busca de oportunidades de trabalho avaliam os incentivos oferecidos pelas empresas antes de decidir por uma vaga.
Esse aspecto pode fazer com que os melhores talentos escolham sua companhia, além de contribuir para a permanência daqueles que já fazem parte da equipe.
Colaboradores que se sentem valorizados tendem a ser mais engajados, motivados e até a recomendar a empresa em plataformas de avaliação, rankings, além de indicá-la para amigos e familiares.
O acesso a benefícios alinhados às suas necessidades aumenta a satisfação, melhora o clima de trabalho e reforça a percepção de que a empresa se preocupa com o bem-estar da equipe.
A rotatividade de colaboradores gera custos elevados com recrutamento, integração e treinamento de novos profissionais, além da perda de conhecimento acumulado.
Oferecer benefícios atrativos ajuda a valorizar a equipe e incentiva sua permanência, o que reduz significativamente os custos relacionados ao turnover.
A oferta de benefícios adequados às necessidades da equipe contribui para a criação de um ambiente positivo e harmonioso.
Funcionários que se sentem reconhecidos e cuidados desenvolvem relações mais sólidas com líderes e colegas. Esse clima saudável estimula a cooperação, a criatividade e a produtividade, o que favorece o alcance dos objetivos da empresa.
Uma empresa que disponibiliza um pacote de benefícios consistente e demonstra preocupação com o bem-estar dos colaboradores projeta uma imagem positiva no mercado.
Essa reputação fortalece a marca, atrai clientes, parceiros de negócios e aumenta a competitividade no setor.
Quando o colaborador percebe que seu trabalho é reconhecido e sente que a empresa investe em seu bem-estar, a produtividade tende a crescer.
Trabalhar em um ambiente saudável, com benefícios que equilibram a vida pessoal e profissional, é um fator decisivo para o bom desempenho.
Employer branding é a maneira como uma empresa se posiciona e é percebida como empregadora, o que inclui cultura organizacional, valores e impacto social.
Um conjunto de benefícios coerente reforça essa percepção, pois traduz na prática o propósito da empresa e os compromissos assumidos com a equipe.
As tendências em pacotes de benefícios corporativos incluem saldo dinâmico, benefícios flexíveis e personalização. Essas novidades oferecem mais autonomia e praticidade ao colaborador, além de facilitar a gestão pelo RH. Empresas que adotam essas soluções aumentam a satisfação da equipe e fortalecem a retenção de talentos.
Entenda como cada tendência funciona.
O saldo dinâmico reforça a flexibilidade, característica cada vez mais valorizada pelos colaboradores. Esse recurso permite que o RH defina valores mínimos para determinados auxílios e libere para uso livre de forma segura.
O cartão multibenefícios Ticket, por exemplo, oferece essa funcionalidade em alimentação e refeição. A empresa determina o valor base e os funcionários utilizam o saldo conforme suas necessidades. Simples e prático.
Além da liberdade de gastar como preferirem, os colaboradores desejam autonomia para escolher quais benefícios incluir no pacote.
Segundo pesquisa da Mercer Marsh, os programas flexíveis estão em expansão. Desde 2021, 61% das empresas adotaram esse modelo para atender necessidades individuais e aumentar a atratividade dos pacotes.
A personalização também se destaca entre as tendências atuais. Mesmo quando o plano é definido pela liderança, é essencial que esteja alinhado aos interesses coletivos da equipe.
Quanto mais útil e relevante for o benefício, maiores as chances de engajamento e de fortalecimento da cultura organizacional.
Estruturar um plano de benefícios exige dedicação e atenção tanto às tendências do mercado quanto às necessidades reais da equipe.
Para que o investimento traga resultados positivos, é essencial alinhar a oferta ao que os colaboradores mais valorizam, como praticidade no dia a dia, incentivo ao desenvolvimento profissional e segurança financeira.
Na escolha de um parceiro para a gestão dos benefícios, avalie a reputação, a experiência e a qualidade dos serviços oferecidos.
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Para calcular o custo dos benefícios, some os valores de mensalidades, coparticipações, taxas administrativas, encargos e impostos. Em seguida, divida o total pelo número de colaboradores. O resultado mostra o gasto médio por pessoa com o pacote oferecido, o que facilita o planejamento financeiro da empresa.
Entre os erros a evitar estão: não ouvir os funcionários, não definir objetivos claros, ignorar necessidades da equipe, desconsiderar exigências legais, criar planos confusos ou genéricos e não utilizar tecnologia. Esses problemas reduzem a efetividade do conjunto de benefícios e comprometem a satisfação dos colaboradores.
Um pacote de benefícios aumenta a retenção de talentos ao mostrar que a empresa valoriza seus colaboradores. Assistência médica, apoio financeiro, folgas remuneradas e incentivos ao desenvolvimento profissional elevam a satisfação e o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, o que fortalece a motivação e a lealdade.
Para avaliar o retorno do conjunto de benefícios, acompanhe métricas como retenção de talentos, produtividade, clima organizacional e impacto no faturamento. Compare os resultados atuais com períodos anteriores à implementação. Essa análise mostra se os investimentos geram ganhos reais para a empresa e contribuem para seu crescimento.
Os principais indicadores de valorização são: nível de satisfação dos funcionários, taxas de utilização dos benefícios, rotatividade, engajamento e avaliação dos serviços de fornecedores. Esses dados revelam se o plano atende às necessidades da equipe e ajudam a identificar pontos de melhoria na política de benefícios.
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