Pessoas são o eixo de qualquer organização. Quando falamos em gestão de pessoas em pequenas e médias empresas, então, isso se torna ainda mais evidente. Cada erro ou acerto tem efeitos maiores, já que o número de envolvidos costuma ser menor e, com isso, uma perda ou ganho tem mais peso. Peso de fato na operação, pela coisa ser mais enxuta, e peso de fato no ambiente, já que os colaboradores tendem a estar mais próximos e entrosados.
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Isso gera uma série de desafios. Se em uma grande empresa a dificuldade está em ter processos e operações que busquem padronizar seu vasto contingente em serviço, nas PMEs os desafios são menos impessoais, mais próximos de caso a caso, em como cada decisão irá impactar na equipe, no próprio colaborador. Uma questão de benefícios corporativos pode ganhar proporções indesejadas. Mesmo uma tendência do Marketing de Incentivo, precisa ser uma relação benéfica para os dois lados. Gastos excessivos, oriundos de uma má gestão e monitoramento do processo, pode causar grande prejuízo para uma prática que deveria engajar e premiar o crescimento. Você passa a enxergar os benefícios que são oferecidos com maior tangibilidade. > Quer saber mais sobre o assunto? Nos contate! Uma contratação ou um desligamento ganha maior valor. Uma cultura forte é necessária para manter todos motivados e unidos. Treinamentos são necessários para fazer com que a empresa salte de patamar. O que uma PME enfrenta ao gerir pessoas? Acompanhe esse post:
5 desafios da gestão de pessoas em pequenas e médias empresas
1. Contratação e desligamento
O primeiro desafio da gestão de pessoas em pequenas e médias empresas passa pelas despesas na admissão ou na dispensa de um colaborador. Elas podem ser financeiras, temporais e imagéticas, por exemplo. Quando você contrata um profissional, deve esperar que toda a documentação esteja acertada. Além disso, contratar não é uma solução milagrosa. Você contrata e “bum”. De repente mudou tudo. Tem toda uma curva de adaptação. Adaptação do colaborador à sua empresa e da sua empresa ao seu novo colaborador. E cada um tem seu tempo. É preciso entendê-lo e respeitá-lo.
Já a dispensa pode ser desagradável se não for feita corretamente. É dever do responsável assegurá-lo de que todos os seus direitos estão seguros e serão pagos. O desligamento por vontade do colaborador também precisa ser bem feito. Ele precisa saber que a empresa é grata por todo o tempo de serviço. De uma forma ou de outra, em ambientes de trabalho menores, há ainda o impacto de que possivelmente é um amigo saindo dali. Você não mexe somente com a vida desse colaborador, mas também com a dos demais, o que consequentemente também mexe com suas motivações e engajamento.
2. Benefícios atrativos
O trabalho em uma PME costuma ser multidisciplinar, o que faz com que o colaborador desenvolva diversas competências. No entanto, isso não é suficiente para que ele se sinta motivado. Na gestão de pessoas em pequenas e médias empresas, é essencial investir em benefícios e capacitação. O que queremos dizer é que hoje as pessoas não vão trabalhar somente pelo seu cargo, seu salário, ou para melhorar suas aptidões. Elas buscam de fato evoluírem em qualidade de vida. Se o que toma grande parte do tempo útil do dia delas é o trabalho, esse trabalho tem que garantir que o tempo restante seja o mais bem utilizado em seu benefício. Seja na alimentação, na condição física, no cuidado com a saúde, no incentivo à cultura. > Conheça todas as condições e ofertas de benefícios corporativos da Ticket!
Parcerias com instituições, bonificações e participação nos lucros fazem com que o profissional se sinta mais valorizado. A primeira regra do mundo dos investimentos é investir em si mesmo. No caso de uma empresa, é investir naquilo que faz ela acontecer: as pessoas, seus colaboradores.
Para além dos benefícios corporativos obrigatórios, ofereça diversos facultativos. Você atrai mais talentos, têm maiores índices de retenção e de produtividade. Uma pessoa que sente que possui as condições para se manter saudável na vida, vai motivada ao trabalho. No contexto das pequenas e médias empresas, do trabalho multidisciplinar, é necessário esse vigor. É necessário o foco para resolver as coisas que importam.
3. Licença e férias
Quando uma colaboradora está de licença-maternidade, nem sempre é possível contratar alguém para um cargo temporário. Além disso, a equipe pode se sentir perdida toda vez que um profissional entrar de férias.
Nesse caso, o calendário com todas essas datas deve estar visível a todo o corpo de trabalho. Assim, fica muito mais fácil se adaptar. Treine bastante o grupo e o par do trabalhador ausente para cobrir esse período. Dividindo as atribuições, ninguém fica sobrecarregado e o trabalho em equipe se torna mais sólido.
4. Imagem corporativa manchada
Quando uma grande empresa passa por um momento ruim, ela conta com uma vasta equipe de assessoria, marketing e relações públicas para reverter a situação. No entanto, é complicado para uma PME ter todo esse respaldo. Portanto, o cuidado com a própria imagem, a boa comunicação interna e o investimento no relacionamento com o cliente pode ser a chave para uma boa gestão de pessoas em pequenas e médias empresas. Em outras palavras, o cuidado que você tem consigo mesmo é o cuidado que você passa para seus clientes e para o mercado. Quando você tem uma equipe enxuta, em um momento de crise, é preciso que todo mundo jogue pelo time e saiba exatamente o discurso que deve utilizar. Se em tempos de paz você já deve evitar ruídos, nos de crise mais ainda. A chave para isso é a cultura.
5. Treinamentos e capacitação
O treinamento de um novo colaborador pode ser demorado. Um mesmo cargo pode ter várias atribuições e, além disso, ele precisa se adaptar à cultura da empresa. Por fim, se o novo talento aparecer em uma época atribulada, os colegas podem não ter tanta disponibilidade de tempo para orientá-lo da forma necessária. No entanto, é essencial não deixar o novo colaborador desamparado. Apresentá-lo a todas as equipes é um sinal de respeito e de integração. Além disso, sendo bem recebido, ele se sentirá mais confortável em pedir ajuda. Outra forma de facilitar o processo é criar um manual do colaborador, com todos os direitos e deveres. Esse guia pode ter também as atribuições dos outros cargos da empresa, cultura organizacional, missão, visão e valores e tudo aquilo que é importante para que o trabalhador entenda como funciona a empresa. Que tal capacitá-lo? Ofereça treinamentos, seminários e workshops na empresa. Convênios com faculdades e cursos também geram ótimo retorno sobre investimento. Todos saem ganhando!
Gestão de pessoas: desafios são constantes, aprendizado é contínuo
Esses são apenas alguns dos desafios enfrentados pelas PMEs na gestão de pessoas. Eles são constantes – e como dissemos no começo, menos impessoais. São desafios que realmente impactam a equipe, por cada peça estar devidamente posicionada, seja na contratação de um novo elemento ou no desligamento de um antigo, da desmotivação de um colaborador que não se sente bem recompensado, da ausência de colegas por licença ou férias.
Mas fato é que esse é um conjunto de práticas que abrangem construir uma cultura e um ambiente que funcione harmonicamente. É bem desafiador e você precisa fazer com que todos comprem a ideia, principalmente no momento em que você não tem um vasto contingente de pessoas ao seu lado. Todos precisam lutar pelo objetivo, portanto o aprendizado é contínuo. As soluções sempre vão variar. Cada caso é um caso.
Benefícios corporativos: como contratar
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